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A fé dos cristãos que cultuam a Deus na Ucrânia

Ainda veremos a paz restabelecida e o povo voltando para suas casas

Marco Feliciano - 04/03/2022 15h47

Estação de metrô Dorohozhychi é usada como abrigo antiaéreo Foto: EFE/EPA/ROMAN PILIPEY

Já se vão nove dias do início da invasão da nação soberana da Ucrânia pela vizinha Rússia. Ambos os países já fizeram parte da extinta União Soviética. E veja que interessante, eles possuem raízes comuns, mais raízes em comum. Por exemplo, há milênios falam a mesma língua e ambos são cristãos ortodoxos; portanto, não se justifica essa insanidade de irmãos atacando irmãos.

A geopolítica mundial divide o mundo em opressores e oprimidos. Por isso, desenvolvem-se tecnologias em armamentos cada vez mais destruidores. Para se ter uma ideia, o número de bombas atômicas fabricadas é mais do que suficiente para destruir o mundo várias vezes. Por isso, seu uso tem de ser restrito. Até porque o primeiro país que apertar o botão será retaliado de tal maneira que será início de um verdadeiro apocalipse. E isso, ninguém quer! Por isso, existem mecanismos de contenção entre as nações com maior poder nuclear a fim de se evitar esse tipo de desastre.

Em função disso, nos últimos dias, temos conclamado os irmãos para nos firmarmos em correntes de oração pela paz no Leste Europeu, que está em conflito. E de fato, o que temos visto nas mesas de negociações nos têm dado esperança de uma saída diplomática e a volta da paz.

Enquanto isso, as notícias que chegam da Ucrânia nos dão conta da fé inabalável de nossos irmãos cristãos que estão cultuando a Deus, independentemente de onde estão. Ou seja, em túneis no metrô, em porões de catedrais, em abrigos.

Também temos sabido da benignidade dos países vizinhos que tem recebido refugiados com água e alimentos, fornecendo abrigo.

Para mim, isso nos mostra que o bem sempre supera o mal. E que ainda veremos, em breve, a paz restabelecida e o povo voltando para suas casas.

Finalizo pedindo a Deus que não nos deixe insensíveis à tragédia de nossos irmãos ucranianos e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo povo da Ucrânia.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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