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A compra do Twitter e o alvoroço da esquerda global

Atualmente o globalismo e o politicamente correto dominou os meios de comunicação

Marco Feliciano - 26/04/2022 12h27

Elon Musk Foto: EFE/EPA/ALEXANDER BECHER

Quando parece que o globalismo tomou conta do mundo e o politicamente correto dominou todos os meios de comunicação, um empresário de sucesso mundial, Elon Musk, fundador da Tesla – fabricante de veículos elétricos – comprou uma das mais importantes plataformas de comunicação, o Twitter.

A transação foi realizada por 44 bilhões de dólares (cerca de R$ 214 bilhões), quantia de dinheiro incomensurável no poder de compra, centralizando nas mãos de uma só pessoa a rede social e, consequentemente, abalando o mundo.

O que acontece é que as plataformas de mídias sociais têm ascendência sobre bilhões de pessoas e poderes absurdos sobre o que circula de informações interpessoais. No entanto, adotaram freios na divulgação de opiniões. Mesmo aquelas pacíficas e inocentes quando caem no filtro de assuntos restringidos suspendem, muitas vezes, o usuário da plataforma.

Isso é tão ilógico porque há pessoas que dependem das plataformas para sua subsistência; mas estas implantaram algoritmos que limitam o alcance do usuário à totalidade de seus seguidores. Dessa maneira, criam um vácuo entre os contatos reais e aqueles liberados pelo algoritmo. Isso faz com que o real alcance das mídias fique aquém do pretendido e pode ser conseguido mediante o trabalho incansável de quem as opera.

O fato é que o globalismo dominante do grande capital influencia mesmo que, indiretamente, as grandes redes de comunicação e plataformas de mídias sociais. E, de tempos para cá, vinha exercendo controle sobre o pensamento de toda a sociedade organizada. Isso de forma sub-reptícia, na qual o algoz bate e esconde a mão. No entanto, a notícia da compra do Twitter alvoroçou a esquerda global. Inclusive, questionando a legalidade da compra.

Em terras tupiniquins a gritaria é geral! Inconformados com a possibilidade do livre contraditório, novos ares sopram sobre a humanidade com o anúncio de que nessa plataforma haverá ampla liberdade de expressão. Na verdade, isso é o que se espera de uma empresa que se formou no mundo livre ocidental de tradições libertárias seculares.

Finalizo agradecendo a Deus por essa dádiva de liberdade para todos. E pedindo que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todo o povo de bem.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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