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8 de setembro e o clima de dever cumprido em todos nós

Ontem foram registradas as maiores manifestações na história de nosso país

Marco Feliciano - 08/09/2021 18h15

Comemoração do Dia da Independência Foto: Isac Nóbrega/PR

After Day, este 8 de setembro trouxe a nós um clima de dever cumprido, após as maiores manifestações registradas na história de nosso país, num dia de eterna comemoração, que é o 7 de setembro; dia este em que, quando pequeninos, cantávamos o hino nacional e o da Independência com um senso cívico que não deve dividir irmãos entre pensadores A ou B.

Em suma, o Dia da Independência foi uma data memorável quando, enfim, vivemos, num único cercado com a forma geográfica do mapa do Brasil, um cadinho de raças, etnias, religiões, numa paz duradoura, em cinco séculos de história!

Lembramos que, nas últimas décadas, o povo brasileiro foi bombardeado com doutrinas alheias às suas tradições, dividindo, entre “nós” e “eles”, aqueles que prezam pelo conservadorismo das tradições judaico-cristãs e os que prezam por uma nova ordem mundial financiada por figuras como George Soros, que acumulam fortunas de origens obscuras, envolvendo empresários brasileiros bem-sucedidos, com riquezas amontoadas por aqui e expandindo-se pelo mundo.

Também lembramos que as manifestações populares de ontem foram o ápice de longas batalhas políticas entre os apoiadores do atual governo e os áulicos do Partido dos Trabalhadores, que conseguiram tirar um condenado da prisão, anular todos os processos contra ele e torná-lo elegível de novo.

Esse candidato é aquele que institutos de pesquisas suspeitos dão como vencedor em todas as disputas à Presidência da República com qualquer outro adversário político e na disputa com o próprio presidente Bolsonaro – que, embora continue sendo muito aclamado nas ruas pelo povo, é apontado por eles como perdedor em relação a qualquer adversário nas urnas.

Diante de tudo isso, as falas de nosso presidente, neste 7 de setembro, perante as multidões, foram como deveriam ter sido: fortes e objetivas, sempre dentro das quatro linhas da Constituição.

Essas falas demonstraram sua indignação contra alguns membros do Judiciário que quebram as regras jurídicas, em decisões que envolvem o presidente em inquéritos questionáveis e manifestadamente inconstitucionais, na visão de chefe maior da nação.

Ressalto que muito me honrou ter a palavra nesse momento histórico, quando reiterei meu incondicional apoio ao presidente Bolsonaro e pude relembrar o pacifismo de nosso povo.

Finalizo pedindo a Deus que traga paz ao coração de todos, para o bem do nosso país, e que Ele derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais sobre todo povo brasileiro.

Marco Feliciano é pastor e está em seu terceiro mandato consecutivo como deputado federal pelo Estado de São Paulo. Ele também é escritor, cantor e presidente da Assembleia de Deus Ministério Catedral do Avivamento.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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