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Somos todos Eduardo!

Eduardo Bolsonaro se recusa a aceitar que o Brasil caminhe rumo a uma ditadura, por isso, paga um alto preço

Magno Malta - 30/05/2025 10h32

Eduardo Bolsonaro Foto: EFE/Andre Borges

Em tempos sombrios, em que a liberdade de expressão é cerceada e a Constituição vem sendo sistematicamente desrespeitada, é impossível silenciar diante das perseguições que têm atingido aqueles que ousam enfrentar o sistema. E é por isso que hoje escrevo este artigo: para me solidarizar, de forma firme e pública, com o deputado federal Eduardo Bolsonaro.

Eduardo não é apenas um parlamentar em missão. Ele é, hoje, símbolo de uma resistência que não se rende. Sua permanência nos Estados Unidos não é uma fuga, como tentam alguns tachá-lo. É uma escolha de sobrevivência, sobrevivência política, física e moral, diante de um ambiente hostil, onde adversários são criminalizados e a opinião livre é tratada como crime.

Estamos assistindo a uma escalada de autoritarismo travestido de legalidade. A instrumentalização do sistema judiciário, o uso do lawfare para desmoralizar opositores e a perseguição midiática não são ficção: são fatos. Eduardo tem denunciado isso mundo afora, com coragem. Ele se recusa a aceitar que o Brasil caminhe rumo a uma ditadura da toga. E por isso, paga um alto preço.

Enquanto muitos se calam por medo, Eduardo fala. Enquanto muitos recuam, ele avança. Seu papel vai além da tribuna da Câmara dos Deputados, ele ecoa em universidades, parlamentos e fóruns, alertando internacionalmente sobre a erosão da democracia brasileira.

Não posso deixar de lembrar, e denunciar, a hipocrisia de setores que, “ontem”, atravessavam oceanos para pedir a libertação de Lula, então condenado em três instâncias, e hoje condenam um deputado por simplesmente denunciar os abusos que presencia. Eles gritavam por “democracia” enquanto chamavam o Brasil de ditadura. Hoje, quando a democracia de fato está sob ataque, preferem o silêncio conivente.

Por isso, não aceitarei que toquem em Jair Bolsonaro para atingir seu filho. Não aceitarei que usem Eduardo como pretexto para reprimir uma parcela do povo que pensa diferente. E não estou só. Somos milhões. E estamos de pé.

Não é discurso de ódio, como tentarão rotular. É um alerta! Um brado de quem ama este país e não aceita vê-lo ser dominado por um consórcio que despreza a pluralidade de ideias. Prendam Jair Bolsonaro, e verão o Brasil parar! Tirem a liberdade de Eduardo Bolsonaro, e despertarão a indignação de uma nação!

A história é implacável com os que tentam calar a verdade. E nela, os que resistem serão lembrados. Eduardo Bolsonaro será lembrado. Não como fugitivo, mas como guerreiro. Como o homem que, mesmo longe de casa, escolheu continuar lutando.

Hoje, ergo minha voz e declaro, sem hesitação: somos todos Eduardo.

Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil.

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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