Um recado ao senador Jaques Wagner (PT): Um judeu que faz parte de um governo pró-Hamas
O senhor não tem vergonha disso? Claro que não!
Lawrence Maximus - 24/10/2025 11h49

Vossa Excelência, senador Jaques Wagner (PT), o senhor reflete a face contraditória e obscura do desgoverno Lula. Como pode um judeu fazer parte de um governo que nutre laços fraternais de muitos anos com o grupo terrorista Hamas?
O que adianta Vossa Excelência declarar que o Hamas tem que ser exterminado, se o seu presidente — a quem o senhor é vassalo — é classificado como persona non grata pelo Estado de Israel, pela primeira vez na história do Brasil?
Ademais, Vossa Excelência faz parte de um partido pró-Hamas, além de manter uma amizade por décadas com o grupo terrorista. O senhor não tem vergonha disso? Claro que não! O cinismo é uma das características do seu governo!
Desde 7 de outubro de 2023, seu governo ficou ao lado dos terroristas, e o senhor sempre ficou em silêncio. Ou seja, além de conivente, covarde e cúmplice, por fazer parte de um governo pró-terrorismo.
Por que ficou em silêncio quando seu governo permitiu que navios de guerra iranianos — o maior inimigo de Israel — fossem atracados no porto do Rio de Janeiro?
Por que ficou em silêncio quando seu presidente equiparou o Estado de Israel ao nazismo de Hitler, desrespeitando a memória dos 6 milhões de judeus no Holocausto?
Por que ficou em silêncio quando seu presidente declarou mentiras e controvérsias, dizendo que Israel está cometendo genocídio em Gaza — narrativas ideológicas sem nenhuma comprovação — contra o Estado de Israel?
Por que fica em silêncio quando seu presidente e partido atacam sistematicamente o Estado de Israel, contribuindo diretamente com o crescimento do antissemitismo no Brasil?
Em última análise, sua hipocrisia, com pleno conhecimento de causa, o coloca não apenas como cúmplice de um governo pró-Hamas, mas como um dos principais apoiadores de um governo antissemita — o primeiro da história do Brasil!
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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). |
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