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O PCO escancara o antissemitismo da extrema-esquerda brasileira

Partido planeja distribuir 100 mil panfletos em defesa do grupo terrorista Hamas

Lawrence Maximus - 21/06/2024 16h06

PCO criou materiais para mostrar a visão do Hamas sobre a guerra Foto: X PCO

Dizem que o comunismo é o paraíso dos psicopatas, podemos concluir que o Brasil é o hospício.

Afirmo isso, porque, no Brasil, além do presidente antissemita, “persona non grata” pelo governo de Israel, uma comitiva do Partido da Causa Operária (PCO) liderada pelo presidente nacional, visitou Ismail Haniyeh, líder do Hamas, idealizador do ataque terrorista de 7 de outubro. Portanto, temos um governo antissemita e pró-terrorista.

O fatídico 7 de outubro, o massacre do grupo terrorista Hamas no sul de Israel, orquestrando uma orgia de violência que resultou em mais de 1.200 mortos e cerca de 8 mil feridos. Mais de 200 israelenses – entre eles mulheres e crianças, bem como mais de uma dúzia de americanos – foram arrastados de volta para Gaza como reféns – consolidou que o Brasil é o paraíso dos psicopatas – um verdadeiro hospício a céu aberto.

Diante dessa loucura, o PCO planeja distribuir 100 mil panfletos em defesa do grupo terrorista Hamas, juntamente com material impresso que convoca pessoas para uma manifestação pró-Palestina no próximo dia 30 de junho, em São Paulo.

Defensor do grupo terrorista Hamas, o partido de extrema-esquerda, afirma que a ação busca mostrar o “lado da história” do grupo após a invasão ao território de Israel no último dia 7 de outubro.

Esses psicopatas do PCO, partido expulso do PT em 1992, encabeçado pelo presidente nacional, Rui Costa Pimenta – candidato à Presidência da República fracassado – por três vezes, fundamentam-se da ideologia trotskista. Sistema político comunista, revolucionários bolcheviques e bajuladores do Exército Vermelho.

Em suma, não passam de adoradores da morte…

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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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