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O mundo precisa de Donald Trump, não há espaço para covardes!

Segundo Ronald Reagan: "A fraqueza é um convite à agressão"

Lawrence Maximus - 20/01/2025 12h02

Trump levanta os punhos e grita: “Fight, fight!” (Lutem, lutem!), após ser vítima de atentado durante a corrida à Presidência dos EUA Foto: EFE/EPA/DAVID MAXWELL

Desde a catastrófica e humilhante saída dos Estados Unidos e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) do Afeganistão e a súbita ascensão do Talibã, à Ucrânia invadida sob Joe Biden, diante da fraqueza e complacência dos EUA e potências ocidentais e ainda o ataque terrorista de 7 de outubro em Israel cometido pelo grupo terrorista Hamas, o mundo experimentou o medo e a fraqueza dos líderes ocidentais.

Diante desses terríveis fatos no mundo, lembro-me das palavras de um grande estadista; gostaria de citar o 40º presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan: “A fraqueza é um convite à agressão”.

Essa frase estupenda de Reagan resumiu o presidente Joe Biden; fraco, decrépito, confuso, pífio, patético e incapaz de formular uma única frase, tornando o mundo um lugar inseguro, dirigindo a maior potência global.

Sob o governo medíocre dos democratas, os Estados Unidos vivenciaram uma das piores crises políticas de sua história, experimentam altas inflações e o aumento da violência nas grandes metrópoles, além de ter sido desmoralizado internacionalmente.

Assim como os Estados Unidos com Biden na presidência, os líderes europeus seguem o mesmo caminho da mediocridade. A Europa nas últimas décadas se desmilitarizou e destruiu a noção do patriotismo em seu território. Gastou trilhões de euros com pautas como multiculturalismo, meio ambiente e as políticas identitárias.

Ficou evidente, que o ocidente não teve forças contra o nacionalismo imperialista russo e o totalitarismo comunista chinês. Joe Biden e tais líderes europeus são a cara do ocidente em decomposição.

Portanto, o mundo emergencialmente precisa de Donald Trump, em tempos difíceis, não há espaço para covardes!

 

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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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