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Itamaraty virou vaso sanitário de Moraes

Tal nota é uma defesa em favor do aiatolá do Brasil, Alexandre de Moraes

Lawrence Maximus - 28/02/2025 19h19

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Rosinei Coutinho/STF

É impressionante a degradação das instituições pelo regime Lula. O Itamaraty de forma vexatória consultou Alexandre de Moraes (STF), Celson Amorim (adorador do Hamas) e Mauro Vieira (inútil na ONU) para elaborar resposta aos Estados Unidos – criando mais uma crise diplomática sem precedentes.

O ministro deu aval com pitadas de aspectos jurídicos no comunicado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi consultado e deu sinal verde para o tom da nota. O texto foi elaborado por sua assessoria internacional, comandada por Celso Amorim, e foi revisado por Vieira.

O texto aprovado por Lula repete um argumento sempre citado por Moraes para justificar suas loucuras arbitrárias e inconstitucionais: o Estado brasileiro e suas instituições republicanas foram alvo de uma orquestração antidemocrática baseada na desinformação em massa.

Em voga, – a embaixada norte-americana em Brasília –, Washington alertava o governo brasileiro sobre o risco de empresas sediadas no país serem punidas com multas ou cerceamento de liberdade de expressão.

Sobretudo, Moraes vem sendo processado por duas plataformas: o Rumble, uma rede social de vídeos, e a Trump Media & Technology Group, que opera diferentes empresas e pertence ao presidente Donald Trump.

A Justiça dos EUA rejeitou as ordens do ministro, relacionadas ao bloqueio da plataforma de vídeos Rumble. Em uma decisão do Tribunal Distrital do Centro da Flórida, a Corte americana afirmou que as determinações do magistrado “não têm força legal nos EUA”.

No estado vigente, o Brasil ajoelhou-se diante de um senhorio absoluto de uma pessoa, tal nota é uma defesa sem vergonha e ideológica em favor do aiatolá do Brasil, Alexandre de Moraes.

Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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