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Lawrence Maximus - 11/07/2025 11h54

Relatora Especial da ONU para os Territórios Palestinos, Francesca Albanese Foto: EFE/ J.P.Gandul

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, informou, nesta quarta-feira (9), que impôs sanções contra Francesca Albanese, antissemita e relatora especial da Agência das Nações Unidas (ONU) para os Territórios Palestinos Ocupados, que denunciou crimes israelenses contra a Faixa de Gaza.

O senador Marco Rubio anunciou, em publicação no X, a imposição de sanções à relatora, acusando-a de agir de forma “ilegítima e vergonhosa” ao incitar ações no Tribunal Penal Internacional contra autoridades, empresas e executivos dos EUA e de Israel. Rubio afirmou que a campanha liderada por ela representa uma “guerra política e econômica” contra os dois países, declarando que tais esforços não serão mais tolerados.

A relatora emitiu um relatório denunciando políticas israelenses como segregação sistemática, caracterizando-as como genocídio – acusando Israel de apartheid e crimes contra a humanidade.

Para o governo Trump, o relatório foi interpretado como antissemitismo e prejudicial à imagem de Israel. No contexto geopolítico, a medida reforça a postura unilateralista da administração Trump, marcada pelo distanciamento de instituições internacionais e pela priorização de alianças estratégicas.

Albanese, rotineiramente retrata os israelenses como nazistas, reclama que os Estados Unidos estão “subjugados pelo lobby judaico” e nega as atrocidades do Hamas de 7 de outubro de 2023. Por muito tempo, Francesca Albanese abusou de seu mandato na ONU para disseminar antissemitismo e propaganda do Hamas. Ela foi condenada pela França, Alemanha, EUA e diversas organizações por disseminar antissemitismo flagrante.

Albanese fundou e administra uma rede de influência global com mais de 100 especialistas e ONGs para atacar Israel com fake news, orquestrando campanhas de guerra jurídica, encobrindo o terrorismo do Hamas e manipulando cinicamente governos para financiar a UNRWA, agência corrupta e envolvida no terrorismo contra Israel.

A decisão do governo Trump de impor sanções contra a relatora baseia-se na estratégica dos interesses norte-americanos e no apoio incondicional a Israel, refletindo a importância entre política externa, direitos humanos e diplomacia internacional.

O caso evidencia, assim, as dinâmicas de poder e ideologia que permeiam o conflito israelense-palestino e a governança global contemporânea.

Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.

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