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Brasileiros que votarem contra o PT serão heróis da resistência

Essa guerra contra a democracia começou com a anulação da sentença do ex-presidiário Lula

Lawrence Maximus - 28/10/2022 18h16

Manifestações do 7 de Setembro Foto: Isac Nóbrega/PR

O momento mais importante da República Federativa do Brasil se aproxima. Portanto, a história ensina-nos que heróis nascem em tempos de guerra. Nessa arena política efervescente, cada brasileiro que votar contra o PT será um herói da resistência contra a esquerda tirânica – aparelhada pelo ativismo do STF e/TSE, velha mídia, instituto de pesquisas, terroristas internacionais, narcoestado, ditaduras pelo mundo, jornalistas, intelectuais, ex-presidentes e agrupamentos em universidades e escolas em todo país.

Esta guerra contra a democracia começou com a anulação da sentença do ex-presidiário Lula, condenado em três instâncias da Justiça a 25 anos de prisão, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Continuou a fraude com a permissão para que o descondenado se tornasse candidato ao mais alto cargo do país, por um partido que desviou bilhões de dinheiro dos pagadores de impostos.

Resistência contra um partido tirano, do caso Celso Daniel, mensalão, petrolão, escândalo dos fundos de pensão, pedaladas da Dilma, e por último, o “radiolão” – o maior esquema de corrupção na história do Brasil.

Resistência contra um governo déspota, com base numa agenda revolucionária cultural, contrária aos princípios e valores cristãos – contra a liberdade de expressão, a favor do aborto (saúde pública), revolução sexual, ideologia de gênero, feminismo, teologia da libertação, políticas de desencarceramento, políticas pró-drogas, desapropriação de terras, doutrinação comunista em escolas e universidades, etc.

Heróis da resistência, no próximo domingo, está em vossas mãos escrever mais um capítulo de nossa história…

Deus abençoe o Brasil!

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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel).

* Este texto reflete a opinião do autor e não, necessariamente, a do Pleno.News.
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