As falas alucinógenas e anti-Israel de Lula na ONU
Lula continua sem condenar o Hamas, ao lado da ONU, China e Rússia
Lawrence Maximus - 24/09/2024 15h48

“Cumpanheiros, cumpanheiras e cumpanheires”… tivemos a diplomacia da mesa de bar (parte 2), pois, Lula discursou nesta terça-feira (24), na Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU), para a elite globalista que tanto ama o atual presidente.
Em sua fala, o petista citou dados de conflitos mundiais, meio ambiente e economia, com falácias alucinógenas e o típico viés militante pró-Hamas/Palestina. Lula também voltou a atacar Israel. Segundo ele, direito de defesa virou direito de vingança, tornando-se punição coletiva de todo o povo palestino.
Com desonestidade e mentira, Lula disse que Israel impede um acordo para a liberação de reféns e adia o cessar-fogo. Embora, todos nós saibamos dos constantes esforços de Israel para libertar os reféns e os desacordos frequentes (acordos nunca foram cumpridos) do grupo terrorista Hamas.
Não é novidade que Lula, o diplomata da mesa de bar, possui grande histórico de relacionamentos com terroristas e tiranos globais. Entre uma lista seleta, gostaria de destacar, Mahmoud Ahmadinejad, Muammar Kaddafi, Fidel Castro, Hugo Chávez, FARC, PCC e grupos terroristas, como o próprio Hamas. Todos esses citados, abastecem o terrorismo internacional.
Em outro ato antissemita, Lula comparou Israel a Hitler. Em resposta, o Estado judeu declarou Lula “persona non grata” oficialmente. Dessa maneira, o petista é o primeiro chefe de Estado brasileiro marcado com essa desonra.
O desejo de Lula de se lançar como um grande líder internacional não é recente; mas sua imagem não está mais em alta no exterior como nos primeiros mandatos, de 2003 a 2011. Ele fez ao menos duas tentativas — sem sucesso — para se tornar um intermediador de conflitos internacionais. Nas guerras de Israel e da Ucrânia, de forma vexatória, pois, relativizou os conflitos e atacou os países que foram vítimas de agressões.
Como fizeram anteriormente, Lula, o PT e a esquerda em geral conseguiram, mais uma vez, transformar o Brasil numa chacota internacional. Pelo visto, diante dessa aberração diplomática, teremos muitas rodadas de cervejas na mesa do bar, acompanhadas de picanhas, para alegria dos globalistas…
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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). |
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