As 7 propostas da agenda de Kamala Harris
A agenda da candidata democrata à Presidência da Casa Branca reflete ideais socialistas
Lawrence Maximus - 01/11/2024 16h17

As principais propostas políticas de Harris são quase idênticas às promovidas pelos Socialistas Democráticos da América (DSA). Vejamos sete delas:
1. O primeiro é a fantasia de um fortalecimento à democracia, assim como a narrativa usurpada pela esquerda no Brasil. O presidente Biden, Harris e quase todos os democratas afirmam repetidamente que “a democracia está sob ataque” e que Trump é uma “ameaça à democracia”.
2. Abolir o estado carcerário (refere-se a prisão e tempo de prisão) – “libertar todas as pessoas encarceradas”. Harris apoiou esses movimentos como o defund. Agora ela tenta esconder suas políticas brandas contra o crime, enfatizando sua experiência como promotora.
3. Abolir a “supremacia branca”, o DSA quer que o governo pague reparações aos negros e “acabe com o racismo ambiental”. Harris está de acordo com tudo isso.
4. Movimento trabalhista poderoso, o direito de se sindicalizar e o fim das “leis de direito ao trabalho”. O governo Biden-Harris será o mais pró-sindicato da história.
5. Justiça Econômica, encontramos uma série de demandas, incluindo faculdade pública gratuita, cancelamento de todas as dívidas de empréstimos estudantis e dívidas médicas e novas regulamentações massivas. A “economia de oportunidades” de Harris inclui todos os três.
6. Justiça de gênero e sexualidade, está na lista do DSA, que inclui “justiça reprodutiva para todos” (ou seja, aborto) e uma “garantia de saúde e de afirmação e mudança de gênero”. Harris abraça ambos.
7. Solidariedade internacional e anti-imperialismo. Está claro qual é a política externa de Harris, e reflete a fraca e covarde política de apaziguamento de Biden em relação à China, à Rússia e ao Irã.
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Lawrence Maximus é doutorando em Ciências Políticas pela Pontificia Universidad Católica Argentina. Como cientista político, especializado em Cooperação Internacional, desenvolveu em seu Mestrado pesquisa sobre a UNRWA e os eventos de 7 de outubro, analisando o duplo papel desempenhado por instituições internacionais em zonas de conflito. É embaixador do Yad Vashem (Formação em Holocausto e combate ao Antissemitismo pelo Museu do Holocausto de Jerusalém, Israel). |
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