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Procure saber qual é a orientação da autoridade municipal ou estadual

Jonatas Nascimento - 25/05/2020 10h26

A julgar por decretos municipais menos ácidos, já há fortes sinais de que com ou sem evidências concretas do famigerado achatamento da curva da pandemia da COVID-19, aos poucos a vida começa a voltar à normalidade.

Aqui em minha cidade de mais de um milhão de habitantes e umas quinhentas igrejas, por exemplo, entra em vigor hoje um decreto municipal que permite a volta de atividades mercantis e de prestação de serviços, com restrições específicas. Continuam suspensas até 31 de junho próximo atividades coletivas de cinema, teatro e afins; frequência e/ou visita, pela população a piscinas, clubes recreativos, rios e cachoeiras.

Já as atividades religiosas poderão funcionar, desde que limitem a presença de público em suas dependências, evitando aglomerações, respeitando o distanciamento entre pessoas, conforme recomendação das autoridades sanitárias, e, ainda, realizar rotina de assepsia para desinfecção de torneiras, maçanetas, banheiros e de suas dependências, conforme previsão no Decreto Municipal nº7.545, de 27 de março de 2020.

Ante à pergunta acima, a melhor resposta é: Procure saber qual é a orientação da autoridade municipal ou estadual. Se for idêntica à da minha cidade, bons cultos!

Antes de tudo, gosto de pensar na lei moral acima da lei civil. A rigor, o que deve prevalecer para uma tomada de decisão deste nível é o bom senso dos dirigentes religiosos. Nesse sentido, os fiéis que pertencem ao chamado grupo de risco devem ser orientados pelas autoridades religiosas a permanecerem por mais algum tempo em isolamento, já que a doença ainda não está sob controle.

Jonatas Nascimento é empresário do ramo contábil na região metropolitana do Rio de Janeiro, graduado em Letras e Direito. Especialista em contabilidade eclesiástica, é autor do livro Cartilha da Igreja Legal.
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