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Eduardo Bolsonaro não está totalmente errado

O deputado federal fez declarações duras contra a República Popular da China

Helder Caldeira - 19/03/2020 14h39

Deputado Eduardo Bolsonaro no CPAC Foto: Reprodução

Estão criticando ferozmente o deputado federal Eduardo Bolsonaro por suas declarações duras contra a República Popular da China. Talvez ele tenha escolhido palavras inadequadas, mas, não está totalmente errado.

O mundo civilizado precisa rever suas relações com a China. Não é xenofobia. Longe disso! É uma questão de deferência aos países que sempre primaram pelo respeito aos seus povos e ao Estado Democrático de Direito.

A China, por ser o maior parceiro comercial de vários países, acaba posando de gostosona no cenário internacional e tem ditado os destinos do mundo há algum tempo.

Entretanto, estamos falando de um país que não realiza eleições, só permite um partido político (o Partido Comunista da China), recentemente decidiu manter seu atual presidente ‘ad aeternum’, sua política trabalhista é abertamente o regime análogo à escravidão, é o maior poluidor do planeta e, diante desse cenário, submete sua população às situações mais bárbaras e bizarras para não morrer de fome ou doenças, incluindo a absoluta falta de higiene.

Isso sem falar que a China não tem imprensa livre (só a imprensa do governo comunista) e a internet é absolutamente fechada, só permitindo que as pessoas tenham acesso ao que o Partido Comunista quer que elas vejam.

Lembremo-nos, também, que a China não respeita direitos de propriedade (de imagem, de produção intelectual, industrial etc.). Não por acaso, a indústria chinesa rouba descaradamente marcas e modelos de empresas e usa seu regime de trabalho análogo à escravidão para se transformar no maior falsificador do mundo.

Para além de tudo isso, até ontem a China presenteava o mundo com doenças sérias. Agora, o Partido Comunista ocultou informações e acabou distribuindo o caos ao redor do globo. Parou o mundo, matará milhões de pessoas e derreteu a economia dos países.

É sério isso, gente. Volto a dizer: não é xenofobia. A discussão aqui é outra.

Reitero: mundo civilizado precisa rever suas relações com a China.

É fato que governantes e grandes empresas não vão se movimentar nesse sentido. A China é um grande comprador e rende muito dinheiro para aqueles 5% privilegiados que concentram 95% das riquezas. Eles vão continuar tratando a China como uma grande irmã, bilionária e excêntrica.

Talvez, a atitude deva partir de cada um de nós. Sim, estou sugerindo um boicote severo. O produto é fabricado na China? Não compre! DIGA NÃO!

Você vai descobrir que 50% da sua vida é fabricada pela indústria escravagista comandada pelo Partido Comunista da China.

Nós, seres humanos comuns (agora trancados em casa, com medo de morrer), devemos começar a tomar atitudes individuais que realmente ajudem a salvar o planeta.

Deixo esse texto para a reflexão de cada um.

Sigamos em quarentena… 😷

Helder Caldeira é escritor, colunista político e palestrante. Há duas décadas atua e escreve sobre a Política brasileira. É autor dos livros ‘Águas Turvas’, ‘Bravatas, gravatas e mamatas’, ‘Pareidolia política’, entre outros. Contato: eventos@heldercaldeira.com.br

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