Série: Relacionamentos tóxicos – parte 2

Detox Emocional

Ellen Sarmento - 04/08/2017 09h56

Relacionamentos tóxicos / Foto: Divulgação

Queridos leitores, continuando nossa série, no post de hoje compartilharei sobre o que é detox emocional e como ele é importante após um relacionamento tóxico. São práticas simples que nos ajudarão a usufruir de todos os relacionamentos de uma maneira mais saudável, a fim de vivermos sem amarras do passado.

Como funciona um Detox Emocional?

Inicialmente, se você veio de um relacionamento que detonou sua autoestima ou de uma família na qual você não era sequer elogiado, é necessário começar a refletir sobre como isso aconteceu e o que verdadeiramente o levou a essa condição. Com toda certeza, você não saiu por aí procurando alguém que não tivesse amor e respeito por você.

Outro aspecto importante é que nosso valor não deve estar nas mãos dos outros. Precisamos nos apoderar de quem somos e aonde queremos chegar. Pois só realizaremos uma trajetória de sucesso se identificarmos de onde viemos. E mesmo que o ambiente familiar não tenha sido favorável, podemos usar essas circunstâncias de adversidade como um trampolim para o crescimento.

Não poderia faltar o ponto essencial, a famosa autoestima, que é a chave para nosso detox emocional. Através dela é que determinaremos o curso das nossas vidas daqui por diante, principalmente se a nossa construção emocional se deu em meio a muitas dificuldades ou circunstâncias que estavam fora do nosso controle.

Uma das armas mais poderosas que utilizaremos no processo de reconstrução da autoestima será ter clareza em relação aos seus princípios de vida e focar nas qualidades que mais valorizam você mesmo. Escreva essas qualidades e declare-as em voz alta!

Desejo que, cada vez mais, nos apropriemos de quem somos; assim, iremos adquirir liberdade e força para nossa jornada.


Ellen Sarmento é psicóloga clínica e palestrante, com formação em terapia sistêmica familiar pela Núcleo Pesquisas. Especializada em atendimento familiar e de casal. Capacitada pelo Ackerman Institute, em Nova York, e pelo Instituto Bowen, em Washington.