Festas de fim de ano

Com a queda da barreira do verniz social, muitos são os que se comportam de modo tão distinto, que acabam fazendo desmoronar sua reputação

Elaine Cruz - 29/11/2018 09h00

As festas de comemoração pela finalização de um ano profissional já são esperadas, onde trocas de presentes e informalidade dão o tom das festividades.

Se ao longo do ano a empresa preza pela discrição e elegância, com os relacionamentos sendo mantidos a nível profissional, as reuniões sociais podem evidenciar comportamentos surpreendentes. Com a queda da barreira do verniz social, infelizmente, muitos são os que se comportam de modo tão distinto, que acabam fazendo desmoronar sua reputação.

Por mais que haja uma sexta-feira casual, em que os uniforme sejam abolidos, por exemplo, a decência precisa ser mantida. Da mesma forma, se uma festa de final de ano pretende ser informal, é sempre bom lembrar que a boa educação e a sobriedade da convivência profissional precisa ser mantida, de modo a não haver exposição desnecessária da vida pessoal, sem falar na indecência que pode acompanhar roupas e posturas inadequadas.

O espaço de trabalho precisa ser preservado. É o local onde ganhamos nosso dinheiro, construímos nossa reputação e carreira profissional, e onde a vida pessoal deve ser mantida com discrição. Assim sendo, mesmo em meio às festividades, as pessoas precisam manter sua postura de seriedade e profissionalismo, lembrando que na semana seguinte deverão manter seus empregos e sua imagem intactos.

Afinal, a simpatia e a descontração caminham sempre juntas com a educação e a elegância social.

Elaine Cruz é pastora no Ministério Fronteira, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro; Psicóloga clínica e escolar, especializada em Terapia Familiar, Dificuldades de Aprendizagem e Psicomotricidade; Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense; palestrante e conferencista internacional, com trabalhos publicados no Brasil e no exterior; Mestre em Teologia pelo Bethel Bible College (EUA); e membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, com oito livros publicados.

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