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Venezuela: Mourão defende solução sem “medida extrema”

Vice-presidente viajou para a Colômbia e participou de uma reunião do Grupo de Lima

Henrique Gimenes - 25/02/2019 16h10 | atualizado em 25/02/2019 16h21

Vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão Foto: ASSCOM/VPR

O vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, afirmou, nesta segunda-feira (25), que o governo acredita na possibilidade de se encontrar uma solução “sem qualquer medida extrema” para “devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas”. A declaração foi dada durante participação na reunião Grupo de Lima, realizada na Colômbia.

Mourão foi ao encontro, junto do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, representando o presidente Jair Bolsonaro. Ao comentar a situação da Venezuela, o vice disse que o Brasil não quer ser julgado pela história como uma nação agressora.

– O Brasil acredita firmemente que é possível devolver a Venezuela ao convívio democrático das Américas sem qualquer medida extrema que nos confunda com aquelas nações que serão julgadas pela história como agressoras, invasoras e violadoras das soberanias nacionais – explicou.

O Grupo de Lima foi formado por 13 nações em 2017: Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Costa Rica, Chile, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. O objetivo do grupo é colocar pressão no regime de Nicolás Maduro para que ele deixe o poder. De acordo com Mourão, no entanto, a Venezuela só conseguirá “se libertar” com a pressão de organismos internacionais.

– À luz dos acontecimentos acumulados há mais de uma década, sabemos que a Venezuela não vai conseguir se libertar sozinha da opressão do regime chavista. A hora é de solidariedade latino-americana – ressaltou.

O encontro contou ainda com a presença do vice-presidente dos Estados Unidos (EUA), Mike Pence. Ele prometeu novas sanções contra o governo Maduro.

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