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Talibã decapita jogadora de vôlei da Seleção por não usar véu

Mahjabin Hakimi também pertencia a um povo historicamente perseguido pelos extremistas

Gabriela Doria - 21/10/2021 19h18 | atualizado em 22/10/2021 11h15

Mahjabin Hakimi foi brutalmente decapitada por não seguir as regras do Talibã Foto: Reprodução Twitter

O grupo extremista Talibã, que tomou o poder no Afeganistão em agosto deste ano, decapitou a jogadora de vôlei Mahjabin Hakimi, que atuava pela seleção do país. A informação é do jornal Independent.

Segundo o veículo, o assassinato ocorreu no início de outubro, mas somente agora o treinador da equipe divulgou isto. Sob o pseudônimo de Suraya Afzali, o técnico alegou “questões de segurança” para não ter revelado a tragédia antes. A família também afirmou que se manteve em silêncio por medo de represálias.

Hakimi foi vítima da brutalidade do Talibã por duas razões: jogar vôlei sem o hijab (o véu que cobre o rosto das mulheres muçulmanas) e ser Hazara (etnia de origem mongol historicamente perseguida pelo Talibã).

– Todas as jogadoras do time de vôlei e o resto das atletas femininas estão em uma situação ruim. Estão desesperadas e com medo. Elas foram forçadas a fugir e a viver em lugares desconhecidos – disse Afzali.

O treinador afirmou ainda que, desde que o Talibã tomou o poder, apenas duas jogadoras conseguiram fugir do país por meio de uma ajuda emergencial humanitária.

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