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Sardenha se torna 1ª região italiana a ficar livre de restrições

Pela primeira vez, desde o início da pandemia, uma das regiões do país se torna uma "zona branca"

Pleno.News - 27/02/2021 17h09 | atualizado em 27/02/2021 17h12

Alghero, cidade na costa noroeste da Sardenha Foto: Reprodução/Sardegna Official

A ilha da Sardenha se tornou a primeira região da Itália a ficar livre de restrições. Os casos de Covid-19 continuem em números altos no resto do país, que registrou 18.916 contágios de coronavírus e 280 mortes nas últimas 24 horas.

Ao todo, 2.907.825 casos de Covid-19 foram confirmados no país desde o início da pandemia, entre eles 97.507 mortes por complicações da doença. A pressão sobre os hospitais tem aumentado, e vários já superaram o nível de alerta.

Em relação às vacinações, a Itália superou a marca de 4 milhões de vacinados, com 4.156.382 doses administradas em todo o país. Até o momento, 1.386.406 pessoas já receberam a vacina completa.

O ministro da Saúde, Roberto Speranza, assinou neste sábado (27) o decreto que estabelece as novas restrições em vigor a partir de 1º de março.

Pela primeira vez, desde o início da pandemia, uma das regiões, a Sardenha, se torna uma “zona branca”, onde a melhora dos dados epidemiológicos permitiu que as únicas medidas mantidas sejam o uso da máscara e o distanciamento social.

A Sardenha vai no sentido contrário da tendência do país, onde várias regiões tiveram que reforçar medidas. Molise (centro) e Basilicata (sul), por exemplo, foram confinadas como “zonas vermelhas”, de máximo risco.

Lombardia e Piemonte (norte) e Marcas (centro) passaram a ser consideradas de risco intermediário, ou “zonas laranjas”, como Emilia-Romagna, Ligúria, Toscana e as províncias autônomas de Bolzano e Trentino (norte), Campânia (sul) e Abruzos e Úmbría (centro).

Campânia anunciou o fechamento de todas as escolas devido ao grande aumento de casos da variante britânica do coronavírus, principalmente nos colégios da capital, Nápoles.

O restante das regiões, como Lazio, que tem Roma capital, será mantido como “zona amarela”, ou de baixo risco.

*Com informações da Agência EFE

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