Saiba quem é o rapper americano que foi preso por tráfico sexual
Sean Combs tem 54 anos de idade
Pleno.News - 23/09/2024 14h45 | atualizado em 23/09/2024 15h34

O rapper e empresário americano Sean Diddy Combs foi preso em Nova Iorque, Estados Unidos, na última terça-feira (17), e indiciado por conspiração de crime organizado, tráfico sexual por força, fraude ou coerção e tráfico de pessoas. Ele tem 54 anos de idade e também é conhecido pelos nomes Puffy, Puff Daddy e P. Diddy.
Sean, que também é empresário, é considerado uma das figuras mais influentes do hip-hop. O artista acumula três prêmios Grammy.
Combs iniciou sua carreira na música como estagiário na Uptown Records e, rapidamente, subiu na hierarquia. Após ser demitido, ele fundou a gravadora Bad Boy Records, em 1993, e ajudou a lançar a carreira de artistas como The Notorious B.I.G.
Como rapper, Sean lançou sucessos como Can’t Nobody Hold Me Down, I’ll Be Missing You e Bad Boy for Life.
Além de investir no ramo musical, ele criou as marcas de roupas Sean John e Enyce. O rapper também se tornou coproprietário da marca de vodca Cîroc e é dono de uma produtora de filmes e de uma rede de restaurantes.
Em sua rede de amigos são apontados nomes como Jay-Z e Beyoncé. Ente os anos de 1999 e 2001, Sean namorou a cantora Jennifer Lopez.
ENTENDA A ACUSAÇÃO
De acordo com a acusação, Sean Combs “participou de forma contínua em um esquema generalizado de abuso de mulheres e outras pessoas”.
A acusação aponta ainda que, a partir de 2009, o rapper agrediu mulheres em diversas ocasiões, “socando, esmurrando, arrastando, jogando objetos e dando chutes” nelas.
O artista também é acusado de manipular mulheres por meio de atos como distribuição de narcóticos, intimidação ou violência para que se envolvessem em “atividades sexuais orquestradas com profissionais do sexo”.
Além disso, Diddy é acusado de ser o chefe de uma empresa criminosa, a Combs Enterprise, cujos membros se envolveram em tráfico sexual, trabalho forçado, tráfico de pessoas, crimes de narcóticos, sequestro, incêndio criminoso, suborno e obstrução da justiça, entre outros.
Diddy supostamente usou sua empresa e seus funcionários para “conduzir, facilitar e encobrir seus abusos e comércio sexual” e, de acordo com os promotores, conquistou a lealdade dos membros de suas empresas por meio de violência e ameaças.
O rapper também teria “intimidado, manipulado, subornado e ameaçado as pessoas que testemunharam os crimes cometidos por membros e associados da empresa”.
O advogado de Diddy, Marc Agnifilo, disse à CNN que seu cliente “é inocente” das acusações.
O indiciamento do músico de 54 anos ocorre depois que ele se tornou alvo de dez acusações de abuso sexual e estupro de mulheres no ano passado, alegações que Diddy negou.
No entanto, em maio, o rapper emitiu um pedido público de desculpas depois que um vídeo de 2016 foi revelado, no qual chutava e arrastava sua então namorada Cassie Ventura pelos corredores de um hotel de Los Angeles.
Em março, as autoridades executaram dois mandados de busca e apreensão em suas propriedades em Los Angeles e Miami como parte de uma investigação federal sobre tráfico sexual, tráfico de drogas e posse ilegal de armas. As informações são do Metrópoles, da Agência EFE e do G1.
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