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Robert F. Kennedy Jr. pede voto para Trump e menciona o Brasil

Filho do senador assassinado abriu mão de sua candidatura independente para apoiar republicano

Thamirys Andrade - 04/11/2024 16h43 | atualizado em 04/11/2024 18h05

Robert F. Kennedy Foto: Frame de vídeo / X

Filho do senador assassinado Robert F. Kennedy e sobrinho do ex-presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, o advogado Robert F. Kennedy Jr. salientou seu apoio ao candidato à Casa Branca Donald Trump, reforçando ter desistido de sua própria candidatura independente para apoiar o republicano. Em pronunciamento no X nesta segunda-feira (4), véspera do pleito, Kennedy Jr. pontuou que eleger Trump é a única forma de levar suas ideias a Washington e rivalizar com Kamala Harris.

– VOTE EM TRUMP. Não importa em que estado você mora, NÃO vote em mim. Vamos levar o presidente Trump de volta à Casa Branca, e eu a Washington, para que possamos tornar a América saudável novamente, acabar com as guerras eternas e proteger as nossas liberdades civis – pediu ele, na legenda de um vídeo em que detalha seu posicionamento.

Na gravação, Kennedy Jr. defende que a liberdade de expressão está ameaçada nos Estados Unidos, e chegou a mencionar a derrubada temporária da rede social X no Brasil, ao enfatizar sua preocupação de que o país norte-americano siga o mesmo caminho.

– Neste momento, a liberdade de expressão está sob ataques fulminantes e implacáveis ​​na América e em todo o mundo. Mas pelo menos ainda temos o suficiente aqui e você pode assistir a este vídeo. Ainda podemos realizar uma campanha política de oposição. Em muitos países, já não se pode fazer isso porque o Estado controla agora os meios de comunicação e censura a internet. O Brasil acabou de banir o Twitter, porque Elon Musk se recusou a censurar a fala do usuário. Kamala Harris diz que é melhor Musk se comportar, ou ele “perderá seus privilégios” – lembrou Kennedy Jr.

Adotando um tom de urgência, o advogado defendeu que as eleições presidenciais de 2026 são a “última chance” que a população terá de parar os democratas, pois, na visão dele, em 2028 será “tarde demais”.

– O establishment democrata pensa que a liberdade de expressão é um privilégio, mas nós sabemos que é um direito. E se Kamala Harris for eleita, os poderes por trás dela anularão esse direito. Eles já estão na metade do caminho deste objetivo. Será muito tarde em 2028. Uma vez nas garras do totalitarismo, nós não seremos capazes de votar para sair disso. Essa é a nossa última chance de pará-los – argumentou.

Na última sexta-feira (1°), Trump anunciou que concederá um cargo para Kennedy Jr. na área da saúde caso vença as eleições, posto esse que tem sido apontado como o de secretário de Saúde e Serviços Humanos. A fala ocorreu em Dearborn, no estado de Michigan.

– [Ele] vai desempenhar um papel importante na saúde. Ele sabe mais sobre isso do que ninguém. [Há] algumas opiniões [de Kennedy Jr.] com as quais casualmente estou muito de acordo e estive de acordo por muito tempo – assinalou o republicano.

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