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Repasses de Biden destinados ao aborto superam os de Obama

Mandatário deve se tornar o presidente mais pró-aborto da história dos Estados Unidos

Thamirys Andrade - 27/05/2021 13h15 | atualizado em 27/05/2021 14h06

Presidente norte-americano, Joe Biden Foto: EFE/Chris Kleponis

O democrata Joe Biden está no caminho de se tornar o presidente mais pró-aborto da história dos Estados Unidos, segundo levantamento da organização americana pró-vida Family Research Council.

Em seus primeiros quatro meses de mandato, Biden destinou quase 20 vezes mais recursos públicos para a indústria do aborto que o ex-presidente Barack Obama no mesmo período de exercício.

No total, foram cerca de 500 bilhões de dólares em fundos federais direcionados à interrupção de gestação, por meio de legislação e de ordens executivas, contra os 24,7 bilhões de dólares fornecidos por Obama.

– Se você olhar para os quatro anos do governo Trump, mais foi feito pelo movimento pró-vida em seus quatro anos do que nos oito anos do governo Bush para fazer avançar as políticas pró-vida. Agora, o governo Biden está a caminho de superar os oito anos do governo Obama em políticas pró-aborto – disse Connor Semelsberger, diretor de assuntos federais para a vida e a dignidade humana da Family Research Council.

Por meio de ordens executivas, Joe Biden forneceu US$ 12,1 bilhões à indústria do aborto em seus primeiros cem dias de mandato.

Já via legislação, o presidente sancionou em março uma lei de estímulo que fez com que US$ 459 bilhões do dinheiro público pudessem ser usados diretamente para financiar a interrupção de gestações.

A lei contorna emendas em vigor, como a Hyde e a Helms, que impedem o uso de recursos federais para financiar abortos nos EUA e no exterior. Os democratas promoveram a nova legislação como “Plano de Resgate Americano”, que destina US$ 1,9 trilhão ao alívio da crise causada pela pandemia do novo coronavírus.

– O Plano de Resgate Americano contém uma gama impressionante de fluxos de financiamento que carecem de proteções pró-vida – disse Melanie Israel, analista de políticas do Centro DeVos para Religião e Sociedade Civil da Fundação Heritage, ao portal The Daily Signal.

Em seus primeiros 100 dias de mandato, Obama também investiu em um projeto de lei de “estímulo”, só que com bem menos subsídios para abortos, em um total de 24,7 bilhões de dólares.

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