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Relatório aponta que chineses são pagos para espionar cristãos

Cidadãos da província de Meilisi Daur recebem até 1.000 yuans para delatar "atividades religiosas ilegais"

Thamirys Andrade - 25/08/2021 12h27 | atualizado em 25/08/2021 12h34

Cristãos chineses acompanham missa na China [Imagem Ilustrativa] Foto: Canção Nova/Wesley Almeida
Um relatório divulgado pela administração do distrito de Meilisi Daur, na China, denuncia que autoridades da região estão oferecendo recompensa de 1.000 yuans (o equivalente a 840 reais) para que cidadãos espionem vizinhos cristãos e relatem quaisquer “atividades religiosas ilegais”. As informações são do Christian Daily.

Entre as atividades proibidas estão pregações, literatura cristã, produtos audiovisuais, cultos nos lares e doações. As delações podem ser feitas por telefone, e-mail ou carta.

De acordo com o relatório, as autoridades comunistas alegam que o objetivo é “fortalecer o controle das atividades religiosas ilegais no distrito para evitar aglomerações e não haver propagação da Covid-19”.

O distrito de Boshan, na cidade de Zibo e na área de Shandong, na cidade de Weihai, também estão promovendo sistemas de recompensa do tipo.

– Embora eles não especifiquem a religião que têm como alvo, é evidente que as igrejas domésticas estão sendo eliminadas – afirmou o porta-voz da International Christian Concern, órgão que monitora a perseguição aos cristãos no mundo.

A China consta na Lista Mundial de Vigilância da Portas Abertas como um dos piores países do mundo no que diz respeito à repressão à fé cristã.

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