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Zelensky destitui dois generais considerados “traidores”

Presidente ucraniano anunciou a decisão durante o habitual discurso noturno

Pleno.News - 31/03/2022 21h11 | atualizado em 01/04/2022 09h41

Volodymyr Zelensky Foto: EFE/EPA/UKRAINIAN PRESIDENTIAL PRESS SERVICE HANDOUT

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, destituiu dois generais por “violarem o juramento militar de lealdade ao povo ucraniano”, com base no estatuto disciplinar das Forças Armadas.

O líder ucraniano anunciou a decisão durante o habitual discurso noturno, divulgado pela Presidência.

– Agora não tenho tempo para lidar com todos os traidores. Mas, gradualmente, todos eles serão punidos – declarou.

O ex-chefe do Departamento Principal de Segurança Interna do Serviço de Segurança da Ucrânia, Naumov Andriy Olehovych, e o ex-chefe do Escritório do Serviço de Segurança da Ucrânia na região de Kherson, Kryvoruchko Serhiy Oleksandrovych, “não são mais generais”.

– De acordo com o Artigo 48 do Estatuto Disciplinar das Forças Armadas da Ucrânia, os militares entre os oficiais superiores que não tenham decidido onde está a sua pátria, que violem o juramento militar de lealdade ao povo ucraniano em termos da proteção do nosso Estado, da sua liberdade e independência, serão inevitavelmente privados de altas patentes militares. Os generais aleatórios não pertencem aqui – insistiu o presidente.

Em contraste, expressou aos “verdadeiros heróis do Serviço de Segurança: a mesma gratidão absoluta, assim como a todos que defendem sinceramente o país”.

No 36º dia da invasão russa, Zelensky disse que a Ucrânia “aguenta muito mais tempo do que o inimigo esperava” e que “está de pé e vai continuar a lutar até o fim”.

Por outro lado, o presidente falou que a situação no sul e no Donbas, no leste, “continua sendo extremamente difícil”.

– Os invasores estão aplicando a sua criatividade doentia às áreas temporariamente ocupadas da região de Kherson. Estão tentando organizar ali algumas das suas estruturas incompreensíveis, estão tentando descobrir como consolidar a sua presença – declarou.

*EFE

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