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União Europeia diz que Rússia atacou sua delegação na Ucrânia

Pelo menos 14 civis, incluindo três menores de idade, morreram durante ataques russos em Kiev nesta quarta

Pleno.News - 28/08/2025 07h45 | atualizado em 28/08/2025 14h10

Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, comenta ataque da Rússia Foto: EFE/EPA/OLIVIER HOSLET

A delegação da União Europeia (UE) em Kiev, na Ucrânia, foi “deliberadamente” afetada durante os ataques aéreos noturnos lançados pela Rússia contra a capital ucraniana, de acordo com uma denúncia do presidente do Conselho Europeu, António Costa, que se declarou “horrorizado” nesta quinta-feira (28) com a nova noite de ataques.

– A UE não se intimidará. A agressão russa apenas reforça nossa resolução de ficar ao lado da Ucrânia e de seu povo – disse Costa, que compartilhou uma foto de um escritório com os vidros das janelas quebrados e vários danos.

Também nas redes sociais, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirmou que todos os funcionários da delegação estão seguros e instou o Kremlin a cessar os ataques indiscriminados e a iniciar negociações para uma paz justa e duradoura.

Pelo menos 14 civis, incluindo três menores de idade, morreram na noite desta quarta-feira (27) em Kiev como resultado dos ataques russos com mísseis e drones, segundo informaram as autoridades ucranianas.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que ainda podem haver pessoas sob os escombros, já que o trabalho de resgate continua.

A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, expressou sua solidariedade aos funcionários da delegação europeia em Kiev, chamando-os de “a voz da UE no terreno, na Ucrânia”, e ressaltando que tanto eles como “o bravo povo ucraniano” merecem viver em paz.

Por sua vez, a alta representante da UE para a Política Externa, Kaja Kallas, lamentou que, “enquanto o mundo busca um caminho para a paz, a Rússia responde com mísseis” e destacou que o ataque da última madrugada “mostra uma decisão deliberada de intensificar a tensão e zombar dos esforços de paz”.

– A Rússia deve parar as matanças e negociar – acrescentou Kallas.

A comissária europeia de Ampliação, Marta Kos, também classificou o ataque como “um sinal claro de que a Rússia rejeita a paz e escolhe o terror”.

*EFE

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