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Ucrânia: Mais de 100 brasileiros se ofereceram para ir à guerra

Afirmação foi feita pelo encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach

Henrique Gimenes - 03/03/2022 19h57 | atualizado em 03/03/2022 20h27

Prédios administrativos danificados após um bombardeio russo no centro de Kharkiv, Ucrânia Foto: EFE/EPA/SERGEY KOZLOV

Nesta quinta-feira (3), o encarregado de negócios da Ucrânia no Brasil, Anatoliy Tkach, afirmou que seu país já recebeu mais de 100 cartas de brasileiros se oferecendo para atuarem como voluntários na guerra contra a Rússia. De acordo com ele, no entanto, não é possível atender ao volume de pedidos.

Durante uma entrevista coletiva, Tkach explicou que aqueles que quiserem ingressar na liga estrangeira das forças armadas da Ucrânia precisam ao menos ter experiência com conflitos e saber falar inglês.

O ataque da Rússia à Ucrânia ocorreu na madrugada do dia 24 de fevereiro. O anúncio da “operação militar no leste da Ucrânia” foi feito pelo presidente russo, Vladimir Putin, em um discurso transmitido na televisão. De acordo com ele, o objetivo era “proteger as pessoas que são submetidas a abusos, genocídio de Kiev durante oito anos”, e, para isso, ele buscaria “desmilitarizar e desnazificar a Ucrânia e levar à Justiça aqueles que cometeram vários crimes sangrentos contra pessoas pacíficas, incluindo cidadãos russos”.

Ainda na coletiva desta quinta, Tkach disse esperar que as empresas brasileiras cortem as relações comerciais com a Rússia e citou a Embrar como uma que já foi nesta direção.

– Esperamos que as empresas cortem os laços comercias com as empresas russas. Isso já está acontecendo – apontou.

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