Trump pede mais 300 soldados para patrulhar Washington
Republicano quer ofensiva contra onda de crimes na capital
Pleno.News - 16/08/2025 16h55 | atualizado em 18/08/2025 12h02

A administração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu reforços ao estado da Virgínia Ocidental, que enviará mais de 300 soldados de sua Guarda Nacional a Washington para apoiar os 800 soldados que já patrulham a capital por ordem do republicano.
Trump justificou suas medidas em Washington pelo que descreve como uma “onda de crimes” na capital, afirmações rechaçadas pelas autoridades locais, que garantem que os números atuais de crimes violentos são os mais baixos das últimas décadas.
No âmbito dessa campanha, as autoridades da Virgínia Ocidental detalharam neste sábado (16) que, “a pedido da administração Trump”, planejam enviar para o vizinho Distrito de Columbia – onde se encontra Washington – “entre 300 e 400 efetivos capacitados” da Guarda Nacional do estado (WVNG, na sigla em inglês).
– A Virgínia Ocidental se orgulha de apoiar o presidente Trump em seu esforço para devolver o orgulho e a beleza à capital de nossa nação – anunciou o governador desse estado, Patrick Morrisey, em comunicado.
A missão incluirá o fornecimento de equipamento essencial e treinamento especializado, tudo financiado pelos cofres federais.
– A WVNG mobilizará tropas na capital do país como mostra de compromisso com a segurança pública e a cooperação regional – acrescentou o comunicado.
Trump declarou na última segunda-feira (11) que uma “Emergência de Segurança Pública”, tomou o controle da Polícia de Washington D.C. e anunciou a mobilização de cerca de 800 soldados da Guarda Nacional da capital, dentro de seus esforços para “restabelecer a ordem pública”, amparado em uma cláusula da Lei de Autonomia.
Desde então, a capital americana viu um aumento exponencial na presença de efetivos de agências federais como o FBI, a DEA e o Serviço de Controle de Imigração e Alfândegas (ICE), que realizaram dezenas de prisões por posse de armas e outros crimes, aos quais se somam detenções de imigrantes em situação irregular, segundo a Casa Branca.
*Com informações EFE
Leia também1 Trump se reunirá com Zelensky na próxima segunda-feira
2 Putin: Guerra não aconteceria se Trump fosse presidente em 2022
3 Boris Johnson sobre encontro de Putin e Trump: "Deu enjoo"
4 Lula declara que Trump não pode contar inverdades sobre Brasil
5 Rui Costa: Crítica dos EUA ao Mais Médicos é ataque infundado



















