Trump indica ser contra prisão de líder da oposição na Venezuela
Presidente dos EUA também fez duras críticas à Colômbia
Pleno.News - 10/12/2025 20h16 | atualizado em 11/12/2025 11h14
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “não ficará feliz” caso a líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, seja presa pelo regime de Nicolás Maduro, em comentários a repórteres nesta quarta-feira (10). Trump ainda confirmou a interceptação de um grande petroleiro na costa venezuelana, mas sem dar detalhes sobre o que teria motivado a operação.
O presidente americano também fez duras críticas à Colômbia, voltando a chamar o país de “grande indústria de drogas e cocaína”, afirmando que o presidente colombiano Gustavo Petro é o “próximo na sua lista” por ser muito “hostil” com os EUA.
– Ele terá muitos problemas, se não for sábio – disse.
Em relação a outras tensões geopolíticas, Trump disse que acredita ser capaz de retomar o cessar-fogo entre Tailândia e o Camboja.
– Se eu não fizer, quem o fará? – indagou, acrescentando que pretende ligar para autoridades de ambos os países nesta quinta (11).
Sobre a Ucrânia, o presidente americano disse que não está gastando nada em dinheiro, apenas em tempo e esforço, nas negociações de paz, relembrando que o país está comprando armas americanas para combater a Rússia. Trump, no entanto, defendeu a necessidade de eleições gerais em Kiev, diante dos recentes escândalos de corrupção.
– Eles não têm uma eleição em muito tempo, precisam fazer uma em breve – apontou.
Os comentários aconteceram durante mesa redonda com executivos de Wall Street para anunciar detalhes sobre adesão do Gold Card.
– Não queremos qualquer pessoa entrando nos EUA – disse o republicano, afirmando que o novo programa é uma “versão melhorada” do Green Card para ajudar empresas americanas.
Presente na reunião, o secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, classificou o Gold Card como a “chave” para trazer as “melhores pessoas do mundo” ao país e ajudar iniciativas de inovação.
Sobre outros temas de política doméstica, Trump defendeu a ideia de transferir diretamente subsídios de saúde para a população sem a interferência de seguradoras, alegando que é apoiada por americanos, mas que “não sabe se democratas vão aprovar o projeto”.
O presidente ainda pediu a descontinuidade da CNN, afirmando que o canal de televisão jornalístico é “desonesto e precisa ser vendido”.
*AE
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