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Trump fala em resolver do “jeito difícil” com Maduro se necessário

Presidente americano deu declaração após ser questionado se conversaria com ditador venezuelano

Paulo Moura - 26/11/2025 12h04 | atualizado em 26/11/2025 12h58

Donald Trump e Nicolás Maduro Fotos: EFE/EPA/SPENCER COLBY // EFE/Prensa Miraflores

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, na última terça-feira (25), que, caso seja necessário, resolverá a situação com o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, “do jeito difícil”. De acordo com a Fox News, a declaração foi feita a bordo do Air Force One, enquanto Trump viajava de Washington para a Flórida, onde passará o Dia de Ação de Graças.

– Se pudermos salvar vidas, se pudermos fazer as coisas do jeito mais fácil, tudo bem. E se tivermos de fazer do jeito mais difícil, tudo bem também – respondeu Trump ao ser questionado por um repórter sobre por que estava disposto a conversar com Maduro mesmo após os EUA o apontarem como líder do Cartel de los Soles, que foi incluído na lista de Organizações Terroristas Estrangeiras na última segunda (24).

Maduro, por sua vez, nega a existência do Cartel de los Soles. Em comunicado divulgado na última segunda, ele classificou a acusação do governo americano como uma “invenção ridícula” destinada a “justificar uma intervenção ilegítima e ilegal contra a Venezuela”.

Horas antes da declaração de Trump, o portal Axios já havia revelado que o republicano comunicou a seus assessores que planejava conversar diretamente com Maduro. A ligação ainda não tem data para ocorrer. Um funcionário do governo americano, que teve a identidade preservada pelo portal, disse que a conversa está em “fase de planejamento” e que não há como prever o que Trump dirá a Maduro.

A tensão entre EUA e Venezuela cresceu desde agosto, quando Trump ordenou o envio de tropas militares para o Caribe para combater o tráfico de drogas na região. Desde o início de setembro, já foram realizados mais de 20 ataques contra embarcações ligadas ao narcotráfico, o que resultou na morte de pelo menos 83 pessoas.

*AE

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