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Trump diz gostar da ideia de Rubio ser presidente de Cuba

"Soa bem para mim!", escreveu o republicano

Pleno.News - 11/01/2026 15h58 | atualizado em 12/01/2026 16h49

Donald Trump Foto: EFE/EPA/Carlos Barria / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, opinou, neste domingo (11), que gosta da ideia que seu secretário de Estado, Marco Rubio, seja presidente de Cuba, e pediu para fazer “um acordo, antes que seja tarde demais”.

– Soa bem para mim! – comentou Trump em sua rede social Truth Social ao compartilhar uma publicação no X de um usuário que prevê que “Marco Rubio será presidente de Cuba”.

Momentos depois, Trump advertiu Cuba de que o país não receberá mais dinheiro ou petróleo da Venezuela, assinalando que a ilha esteve “vivendo durante anos” graças ao dinheiro e ao petróleo bruto venezuelanos em troca de “serviços de segurança” para os “dois últimos ditadores”, em referência a Hugo Chávez e Nicolás Maduro.

– NÃO HAVERÁ MAIS PETRÓLEO OU DINHEIRO INDO PARA CUBA: ZERO! Sugiro fortemente que façam um acordo, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS – escreveu o republicano em sua rede social própria, a Truth Social, onde não esclareceu a qual acordo se refere.

O líder da Casa Branca sugeriu que poderia focar em Cuba após a intervenção militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro na Venezuela, quando capturou Maduro e sua esposa, Cilia Flores, para transferi-los a Nova Iorque, onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico e terrorismo.

Trump indicou que, entre as pessoas “no comando” agora do país sul-americano, está Rubio, a quem a imprensa tem chamado de “vice-rei da Venezuela”, o que se soma aos seus cargos como secretário de Estado, Conselheiro de Segurança Nacional e antigo encarregado da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid).

Rubio, filho de imigrantes cubanos, tem sido um dos principais impulsionadores no governo das ações dos Estados Unidos contra a Venezuela e Cuba.

A Operação Resolução Absoluta, como foi batizada a manobra dos Estados Unidos para depor Maduro à frente da Venezuela, causou a morte de pelo menos 56 militares, sendo 32 deles cubanos, segundo o governo de Havana.

*EFE

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