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Trump afirma que Israel “talvez já não existisse” sem Netanyahu

Presidente americano teceu elogios ao líder israelense

Pleno.News - 30/12/2025 08h33 | atualizado em 30/12/2025 12h57

Netanyahu e Trump em encontro na cidade de Miami Foto: EFE/Oficina del primer ministro (GPO)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta segunda-feira (29), que, se não fosse pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Israel “talvez já não existisse”, um comentário feito em entrevista coletiva repleta de elogios entre os dois mandatários, na qual não foram fornecidos detalhes sobre o que foi discutido na reunião que ambos tiveram a portas fechadas.

A coletiva foi realizada na residência do presidente americano em Mar-a-Lago, na Flórida, o qual descreveu Netanyahu como “um primeiro-ministro do mais alto nível em tempos de guerra”, além de acrescentar que, se outro estivesse em seu lugar, talvez o país já não existisse.

Os dois líderes passaram mais de 20 minutos trocando elogios um ao outro, sem dar detalhes sobre os pontos abordados em uma reunião realizada minutos antes, onde a prioridade era discutir o desarmamento do grupo terrorista palestino Hamas para desbloquear a segunda fase do plano de paz na Faixa de Gaza.

Israel havia dito antes do encontro que não estava disposta a entrar nessa nova fase até que o Hamas entregasse o corpo de Ran Gvili, policial israelense que morreu enquanto combatia membros da milícia durante os ataques de 7 de outubro de 2023.

Em outubro, o Hamas entregou a Israel os 20 reféns israelenses que ainda mantinha vivos e, após entregar mais de 20 cadáveres que mantinha em seu poder, o de Gvili é o último que resta para ser devolvido.

Netanyahu agradeceu a ajuda “inestimável” de Trump durante o processo e afirmou que planeja conceder a ele o Prêmio Israel, que “em quase 80 anos nunca foi concedido a um não israelense”, acrescentou.

Embora não tenha detalhado quando esse reconhecimento será entregue, Netanyahu acrescentou que foi o ministro da Educação quem decidiu dar o prêmio a Trump e que será por causa de “suas contribuições a Israel e ao povo judeu”.

*EFE

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