Senador aliado de Trump morreu de dissecção da aorta, diz laudo
Informação consta no laudo preliminar do Escritório do Médico Legista do Distrito de Columbia
Pleno.News - 13/07/2026 08h47 | atualizado em 13/07/2026 13h57

O senador republicano Lindsey Graham, aliado próximo do presidente Donald Trump, morreu devido a uma dissecção da artéria aorta, segundo o laudo preliminar do Escritório do Médico Legista do Distrito de Columbia divulgado neste domingo (12).
– Os achados preliminares do exame foram: dissecção aórtica devido a doença cardiovascular arteriosclerótica – explicou o órgão, em um breve comunicado.
A certidão de óbito permanecerá em “estado pendente” até que sejam concluídos todos os exames toxicológicos e microscópicos, quando então o documento será atualizado para refletir a causa do falecimento e classificar adequadamente a causa da morte.
Uma dissecção da aorta é uma condição grave na qual ocorre um rasgo na camada interna da artéria mais importante do corpo. O sangue jorra através do rasgo, o que faz com que as camadas interna e média da aorta se separem. Se o sangue atravessa a parede aórtica externa, a dissecção pode ser fatal.
O gabinete de Graham havia se limitado a dizer que o senador, de 71 anos, havia falecido na noite do último sábado (11) após uma “doença breve e repentina”. O senador havia retornado há poucos dias da Ucrânia, onde se reuniu com o presidente do país, Volodymyr Zelensky.
Neste domingo também foi divulgado o áudio da resposta dos serviços de emergência, no qual foi detalhado que uma mulher ligou para relatar que o senador estaria sentindo uma dor no peito, segundo o portal TMZ. A mulher, cuja identidade não foi revelada, ligou de Baltimore, no estado de Maryland, e disse que o senador estava sozinho.
No início, os paramédicos não conseguiram entrar na casa de Graham porque a porta estava trancada, mas depois conseguiram iniciar as manobras de reanimação cardiopulmonar. Não está claro se Graham morreu em sua residência ou se chegou a ser levado ao hospital.
O senador cumpria seu quarto mandato consecutivo de seis anos no Senado e era uma das vozes republicanas mais duras contra Irã e Rússia e mais favoráveis a Israel e à Ucrânia.
*EFE
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