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Rússia afirma que ajudará Cuba apesar da pressão dos EUA

Anúncio foi feito pelos russos nesta sexta-feira

Pleno.News - 13/02/2026 12h06 | atualizado em 13/02/2026 12h40

Presidentes Miguel Diaz-Canel, de Cuba, e Vladmir Putin, da Rússia Foto: EFE/EPA/Michael Klimentyev/Sputnik

A Rússia afirmou nesta sexta-feira (13) que ajudará Cuba materialmente, apesar do que chamou de “fortíssima pressão” por parte dos Estados Unidos, que impuseram um embargo energético à ilha caribenha.

– Somos, sem dúvida alguma, solidários com Cuba. Vamos ajudá-la, inclusive materialmente. Isso já está sendo feito – disse o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov, à agência de notícias TASS.

Ryabkov acrescentou que, além da Rússia, outros países amigos de Havana que integram o Brics também “estão fazendo o máximo possível”. O diplomata acusou os Estados Unidos de exercerem uma “fortíssima pressão” sobre o regime cubano, o que obrigou a Rússia e o Canadá, entre outros países, a repatriar milhares de turistas.

– No âmbito da atualizada Doutrina Monroe, Washington não se detém diante de nenhum método ilegal que atropele os fundamentos do direito internacional – afirmou.

O Kremlin assegurou nesta quinta-feira (12) que não deseja uma escalada com a Casa Branca devido aos suprimentos de petróleo russo para Cuba. O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, respondeu assim ao ser questionado se Moscou teme a imposição de tarifas por parte do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que lançou essa ameaça no final de janeiro.

Fontes da embaixada russa em Havana informaram na véspera ao jornal Izvestia que Moscou “prevê o fornecimento em breve” de um lote de petróleo e derivados “na qualidade de ajuda humanitária”. A Rússia enviou petróleo à ilha pela última vez – na ocasião, 100 mil toneladas – em fevereiro de 2025, por ordem do presidente Vladimir Putin.

Moscou, que recomendou aos seus cidadãos que não viajem à ilha, apoiou o regime cubano desde o início e descartou que possa ocorrer na ilha caribenha o mesmo que houve com o ditador venezuelano Nicolás Maduro.

O governo cubano alertou no último domingo (8) as companhias aéreas internacionais que operam na ilha que, a partir da última segunda (9), o país ficaria sem combustível de aviação devido ao cerco petrolífero dos Estados Unidos, segundo pôde confirmar a Agência EFE com duas fontes.

*EFE

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