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O ditador é acusado pelos EUA de narcoterrorismo, lavagem de dinheiro e corrupção

Marcos Melo - 22/01/2023 17h45 | atualizado em 23/01/2023 12h02

Ditador Nicolás Maduro Foto: EFE/Rayner Pena R

A presidente do partido político de centro-direita argentino chamado Propuesta Republicana, Patricia Bullrich, fez um discurso neste domingo (22) ao Drug Control Administration (DEA), órgão do governo americano que trabalha no combate ao tráfico de drogas, para que Nicolás Maduro seja preso. O ditador da Venezuela deve pisar em solo argentino, nesta terça-feira (24), para participar da Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).

– Estou firmemente convencida de que é fundamental colocar em funcionamento os mecanismos legais que tornem efetiva a detenção de Maduro, não apenas pelo que está estabelecido no Estatuto de Roma, que considera que os crimes contra a humanidade têm jurisdição internacional, mas também acredito que a justiça argentina tem que dar um sinal claro que imponha limites a essas tentativas de transformar nosso país em um refúgio no futuro imediato, do pior da política antidemocrática regional – disse Bullrich ao jornal argentino MDZ.

São 33 países latino-americanos e caribenhos que estarão na cúpula da Celac em Buenos Aires. O presidente Lula (PT) confirmou presença no evento. Em janeiro de 2020, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) suspendeu a participação do Brasil no bloco por entender que se tratava de “palco para regimes não democráticos”, como é o caso da Venezuela, Cuba e Nicarágua.

Lula chegou a convidar Nicolás Maduro para participar de sua posse como presidente do Brasil, mas o ditador venezuelano acabou desistindo de comparecer.

Vale ressaltar que os Estados Unidos mantêm sua política de captura de Maduro, oferecendo US$ 15 milhões (aproximadamente R$ 78 milhões) como prêmio por quem oferecer informações que levem à prisão do presidente da Venezuela. Ele é acusado pelo Departamento de Justiça dos EUA de narcoterrorismo, lavagem de dinheiro e corrupção.

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