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Nobel diz que María Corina estará na Noruega para receber prêmio

Detalhes da viagem não foram fornecidos por questões de segurança

Pleno.News - 06/12/2025 12h53 | atualizado em 11/12/2025 13h59

María Corina Machado Foto: EFE/ Henry Chirinos/ARCHIVO

O Instituto Nobel, que concede o Prêmio Nobel da Paz, afirmou, neste sábado (6), que a opositora venezuelana María Corina Machado comparecerá pessoalmente à cerimônia de entrega no próximo dia 10 de dezembro, em Oslo, na Noruega, segundo a própria agraciada assegurou ao organismo norueguês.

– Falamos com ela na noite passada e ela nos disse que estará em Oslo – disse à Agência EFE o responsável de comunicação do Instituto Nobel, Erik Aasheim.

O representante destacou que a instituição não podia fornecer nenhum outro detalhe sobre a viagem de Machado, que vive na clandestinidade na Venezuela, nem sobre o momento de sua chegada, por razões de segurança.

O governo do Paraguai anunciou esta semana que o presidente Santiago Peña viajará à Noruega para acompanhar Machado para receber o Prêmio Nobel da Paz 2025, assim como farão os presidentes do Panamá, José Raúl Mulino; e do Equador, Daniel Noboa.

Também está prevista a presença do líder opositor venezuelano Edmundo González Urrutia, exilado na Espanha, que enfrentou Nicolás Maduro nas eleições de julho de 2024.

Machado foi reconhecida com o Prêmio Nobel da Paz 2025 “por seu incansável trabalho na promoção dos direitos democráticos do povo venezuelano e por sua luta para conseguir uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia”, segundo anunciou o Comitê Nobel norueguês no último dia 10 de outubro.

O Comitê Nobel norueguês declarou em 14 de novembro que Machado deixou claro que viajará a Oslo para receber o prêmio. No entanto, o líder do Comitê Nobel, Jørgen Watne Frydnes, considerou, em declarações ao canal público NRK, que se trata de “uma viagem perigosa porque o regime da Venezuela manifestou que quer tirá-la do caminho”.

Machado afirmou no mês de outubro ao jornal norueguês Dagens Næringsliv que para poder viajar ao país nórdico, a Venezuela deveria ser “livre” e disse que, enquanto Nicolás Maduro estivesse no poder, não podia deixar o lugar em que se encontra por motivos de segurança.

– Não posso deixar o lugar onde me escondo, porque há ameaças diretas contra a minha vida – denunciou.

*EFE

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