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Macron: Vacinação começará no fim do ano ou em janeiro

Presidente francês se pronunciou nesta quarta-feira

Pleno.News - 24/11/2020 18h03 | atualizado em 24/11/2020 18h04

Presidente da França, Emmanuel Macron Foto: EFE/Charles Platiau

A França começará a vacinar sua população contra o novo coronavírus “no final de dezembro ou início de janeiro”, com prioridade inicial para os idosos e sem obrigatoriedade, anunciou o presidente do país, Emmanuel Macron, nesta terça-feira (24).

Em discurso transmitido pela televisão, Macron antecipou o calendário de fim das medidas de confinamento, em vigor desde 30 de outubro, que começará no próximo sábado com a reabertura de lojas não essenciais.

As cerimônias religiosas também serão permitidas novamente, com um limite de 30 pessoas. Deslocamentos de 20 quilômetros também serão liberados por três horas; atualmente a distância máxima permitida é de 1 quilômetro e 1 hora.

O presidente francês também usou o Twitter para falar sobre o plano de imunização no país.

– As vacinas estarão disponíveis a partir do final de dezembro/ início de janeiro. (…) É um grande raio de esperança. A vacinação será feita de forma transparente e, sejamos claros, não será obrigatória – escreveu.

Em 15 de dezembro, se os parâmetros da pandemia continuarem a cair, serão revogadas as restrições de viagem para as celebrações do Natal e será permitida a reabertura de cinemas, teatros e museus, embora com toque de recolher a partir das 21h.

Por outro lado, Macron reforçou os pedidos de cautela para “evitar uma terceira onda e um terceiro confinamento”, alegando que a população deve manter o distanciamento social e medidas de higiene, assim como o uso de máscaras.

Bares, restaurantes e academias permanecerão fechados pelo menos até 20 de janeiro, quando uma nova avaliação será feita, e se a abertura anunciada um mês antes não tiver reativado a pandemia, novas medidas de flexibilização serão tomadas.

O presidente francês também estabeleceu um teto de 5 mil contágios por dia e menos de 3 mil pacientes em unidades de terapia intensiva para que seja permitida uma maior flexibilização.

*Com informações da Agência EFE

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