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Macron nomeia ministra da órbita socialista como premiê

Élisabeth Borne substitui o conservador Jean Castex

Pleno.News - 16/05/2022 14h54 | atualizado em 16/05/2022 15h06

Emmanuel Macron, presidente da França Foto: EFE/EPA/BENOIT TESSIER / POOL MAXPPP OUT

Nesta segunda-feira (16), o presidente da França, Emmanuel Macron, nomeou como nova chefe do governo do país a ministra do Trabalho, Élisabeth Borne. O anúncio foi feito pelo Palácio do Eliseu, em comunicado.

A nova primeira-ministra, de 61 anos e procedente da órbita socialista, tornou-se a segunda mulher na história da França a ocupar o cargo de premiê. A primeira foi Edith Cresson, que ficou no posto apenas 11 meses (de maio de 1991 a abril de 1992), durante o segundo mandato do socialista François Mitterrand.

Borne, que também foi ministra da Ecologia durante o primeiro mandato de Macron (2017-2022), substitui o conservador Jean Castex, que, como esperado, formalizou nesta segunda-feira sua renúncia como primeiro-ministro após quase dois anos no posto.

Macron agradeceu a Castex em uma mensagem por seu trabalho nos últimos 22 meses.

– Você agiu com paixão e compromisso ao serviço da França. Estamos orgulhosos do trabalho realizado e dos resultados que obtivemos juntos – destacou o presidente francês.

O presidente francês escolheu Borne em vez de outros candidatos potenciais, como Catherine Vautrin, ex-secretária de Estado no mandato de Nicolas Sarkozy, que perdeu terreno porque suas posições eram vistas como muito conservadoras.

Alguns dias após vencer as eleições de abril e conseguir o segundo mandato, Macron havia dito publicamente que seu novo primeiro-ministro deveria estar comprometido com “questões sociais, ambientais e produtivas”.

Borne, cujo perfil é mais técnico que político, ganhou força tanto por causa de sua recente experiência no governo como por seu trabalho durante o mandato de François Hollande (2012-2017). Durante aquele período, ela foi nomeada prefeita (delegada de Governo) dos departamentos de Vienne e Poitou-Charentes. Em 2014, ela foi chefe de gabinete da então ministra da Ecologia, Ségolène Royal, que três anos depois concorreria à Presidência do país.

*EFE

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