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O candidato democrata e suas polêmicas gafes

Monique Mello - 28/10/2020 12h29 | atualizado em 13/10/2021 12h09

Joe Biden: entre polêmicas e escândalo do filho Foto: EFE/EPA/Andrew Harrer

Às vésperas das eleições norte-americanas, pesquisas apontam que Joe biden está com pouco mais de 6% de vantagem sobre o atual presidente Donald Trump.

O candidato, que é formado em Direito, foi vice-presidente de Barack Obama durante oito anos (2008-2016). Aos 29 anos, foi um dos mais jovens senadores na história dos EUA, ao passo que, se eleito, será o presidente mais velho a assumir, com 78 anos.

TRAGÉDIAS FAMILIARES
Em 1972, Biden perdeu sua primeira esposa e a filha de um ano em um acidente de carro durante as compras de Natal. Seus outros dois filhos Beau e Hunter, de 4 e 2 anos, tiveram ferimentos graves, mas sobreviveram. Três anos depois, casou-se novamente com a professora Jill Jacobs, com quem teve mais uma filha, Ashley.

Em 2015, Beau, seu filho mais velho, com 46 anos, faleceu vítima de um câncer cerebral. Essas experiências lhe renderam um livro chamado Promisse me, Dad (No Brasil, editado como Promessa de Pai).

GAFES E POLÊMICAS
O candidato possui uma fama antiga de gafes e de não possuir uma boa oratória, com erros de inglês e declarações infames. Em 2019, jornais chegaram a noticiar que Barack Obama havia recomendado que Biden não concorresse para não “haver constrangimento”.

Num evento recente voltado a eleitores latino-americanos e asiáticos, declarou que “crianças pobres são tão inteligentes e talentosas quanto crianças brancas”.

Em 2019, a ex-deputada Lucy Flores foi a público relatar que, durante um comício de campanha em 2014, Biden aproximou-se por trás dela, cheirou seu cabelo e a beijou na nuca sem seu consentimento.

Após a denúncia, outras mulheres também relataram comportamentos inadequados do candidato.

Em março de 2020, Tara Reide, ex-funcionária do Senado americano, fez sérias acusações de assédio sexual sofrido em 1993.

Com Kamala Haris, sua candidata democrata à vice-presidência Foto: Secom

No dia 14 de outubro de 2020, o jornal norte-americano New York Post publicou que o democrata teria influenciado nas relações comerciais de seu filho Hunter Biden com o grupo Burisma, uma grande produtora ucraniana de gás natural. As informações vieram de uma troca de e-mails recuperados em um laptop que Hunter teria deixado para consertar em uma loja de Delaware, nos EUA, em abril de 2019.

Horas depois de publicada, a matéria do The New York Post, ficou restringida pelo Facebook e o Twitter.

No dia seguinte (15), o jornal publicou também que Hunter Biden buscou fazer negócios com a maior empresa privada de energia da China, a CEFC China Energy, usando a influência de seu pai.

O atual presidente dos EUA, Donald Trump, fez acusações relacionadas ao caso e pediu investigações de corrupção.

CONDECORAÇÃO
Em janeiro de 2017, o democrata recebeu de Barack Obama a Medalha da Liberdade, a principal condecoração civil do país.

 

 

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