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EUA: Trump proíbe transações em aplicativos chineses

Presidente alega que aplicativos podem representar uma ameaça à segurança nacional

Pierre Borges - 06/01/2021 13h19 | atualizado em 06/01/2021 14h02

Presidente dos EUA, Donald Trump Foto: EFE/Jim Lo Scalzo

Nesta terça-feira (5), o presidente dos EUA, ainda em mandato, Donald Trump, assinou um decreto que proíbe transações com oito aplicativos chineses. São eles o WPS Office, o Alipay, o QQ Wallet, o aplicativo de pagamentos do WeChat, o CamScanner, o SHAREit, o Tencent QQ, o VMate.

A administração de Trump alega que esses aplicativos poderiam acessar dados pessoais dos usuários por meio de smarthphones e computadores, representando uma ameaça aos Estados Unidos.

A medida entrará em vigor em 45 dias, quando o mandato de Joe Biden já terá iniciado, cabendo a Biden a decisão de manter ou não o decreto. Além disso, a medida tende a enfrentar as mesmas barreiras jurídicas que a tentativa de proibição do aplicativo chinês TikTok, feita por Trump em agosto de 2020.

Na ocasião, o presidente também afirmou que o aplicativo representava um risco à segurança dos EUA e poderia estar sendo usado para espionagem.

Dentre os aplicativos proibidos por Trump, o Alipay é parte do conglomerado Alibaba, do magnata chinês Jack Ma, que não é visto em público desde que criticou o governo da China.

Em setembro, Trump já havia feito uma tentativa para bloquear transações no WeChat e retirá-lo das lojas de aplicativos, junto com o TikTok.

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