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EUA: Maduro e esposa vão ser julgados em tribunal de NY

Informação foi divulgada pela procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi

Pleno.News - 03/01/2026 11h51 | atualizado em 06/01/2026 19h18

Maduro e a esposa Cilia Flores Foto: EFE/ Miguel Gutiérrez

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, afirmou, neste sábado (3), que o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, serão julgados em um tribunal federal de Nova Iorque. Bondi citou a acusação formal que pesa sobre Maduro por quatro crimes, incluindo o de conspiração para o narcoterrorismo.

– Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram acusados formalmente no Distrito Sul de Nova Iorque – escreveu Bondi, em uma mensagem na rede social X.

O ditador venezuelano é, desde 2020, acusado de conspiração para o narcoterrorismo, conspiração para a importação de cocaína, posse de metralhadoras e artefatos destrutivos, e conspiração para a posse de metralhadoras e artefatos destrutivos contra os Estados Unidos. No país norte-americano, esses crimes podem acarretar penas de 20 anos de prisão até prisão perpétua.

– Logo enfrentarão todo o peso da Justiça americana em território americano e perante tribunais americanos – acrescentou.

Bondi completou a mensagem agradecendo ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e às forças militares do país pela atuação na Venezuela.

– Em nome de todo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, quero agradecer ao presidente Trump por ter a coragem de exigir prestação de contas em nome do povo americano, e um enorme agradecimento às nossas corajosas forças armadas que realizaram a incrível e bem-sucedida missão para capturar estes dois supostos narcotraficantes internacionais – concluiu a procuradora-geral.

Desde o processo acusatório formalmente iniciado em 2020, o governo americano — que não reconhece Maduro como presidente legítimo de seu país — aumentou de 15 milhões de dólares (R$ 81,35 milhões) para 50 milhões de dólares (R$ 271,15 milhões) a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano.

*EFE

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