EUA afirmam que árbitro da Somália é suspeito de terrorismo
Um comunicado foi enviado ao canal Fox News
Pleno.News - 10/06/2026 21h54 | atualizado em 11/06/2026 11h53

O governo dos Estados Unidos investiga como suspeito de terrorismo o árbitro da Somália, Omar Abdulkadir Artan, que teve sua entrada negada em solo americano. Um representante da administração de Donald Trump disse que foi esse o motivo que fez com que Omar tivesse seu acesso negado ao país.
Um comunicado do representante do governo foi enviado ao canal americano Fox News. O texto aponta que foi realizada uma “análise mais aprofundada pelo órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras”.
– Após uma análise mais aprofundada pelo órgão de Proteção de Alfândega e Fronteiras, foram encontradas informações comprometedoras, incluindo vínculos com suspeitos de pertencerem a organizações terroristas, o que tornou o viajante inadmissível nos Estados Unidos de acordo com a Lei de Imigração e Nacionalidade – Disse o comunicado divulgado nesta quarta-feira (10).
Omar falou que as autoridades não deram nenhuma justificativa para recusar sua entrada, conforme informações do Globo Esporte. Ele seria o primeiro árbitro de seu país a apitar numa Copa.
De acordo com o pronunciamento divulgado à Fox News, “o viajante teve sua admissão recusada e recebeu formulários de imigração que informam a disposição legal utilizada para efetuar uma remoção expedita nos termos da Seção 235 da Lei de Imigração e Nacionalidade (INA)”.
A respeito do caso, a Fifa disse “que não se envolve nos processos de imigração dos países-sedes”.
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