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"Quem abençoar Israel será abençoado, e quem o amaldiçoar será amaldiçoado", declarou o parlamentar

Thamirys Andrade - 04/12/2025 14h49 | atualizado em 04/12/2025 17h15

Eduardo Bolsonaro e Benjamin Netanyahu Foto: Divulgação

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) encontrou-se, nesta quinta-feira (4), com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na sede do Poder Legislativo do país, o Knesset. Ao publicar uma foto ao lado do premiê, o parlamentar brasileiro citou o trecho bíblico de Números 24:9, que promete bênçãos para aqueles que abençoarem Israel.

– Quem abençoar Israel será abençoado, e quem o amaldiçoar será amaldiçoado – escreveu Eduardo, em português, inglês e hebraico, no X.

A passagem faz parte da Torá, texto sagrado dos judeus que compreende os cinco primeiros livros da Bíblia.

Eduardo também esteve com outras autoridades, incluindo Amir Ohana, presidente do Knesset. Amir elogiou o deputado federal brasileiro, chamando-o de “defensor incansável da liberdade” e “verdadeiro amigo de Israel”.

– Ótima reunião com Eduardo Bolsonaro no Knesset. A coragem e a clareza moral de Eduardo fazem dele não apenas um funcionário público fiel, mas um verdadeiro amigo de Israel e um defensor incansável da liberdade. Com líderes como ele, tenho esperança de que possamos fazer com que as relações Israel-Brasil voltem a ser ótimas – expressou.

Eduardo Bolsonaro e Amir Ohana Foto: Divulgação

Eduardo, por sua vez, agradeceu as palavras de Amir e afirmou que “aqueles que têm sua bússola moral em ordem se solidarizam com Israel contra terroristas que queimam mulheres vivas e colocam bebês em fornos”.

– Israel está na linha de frente defendendo a civilização contra a barbárie; se Israel cair, o Ocidente cairá também. A guerra é desejada por esses selvagens, pois é sua fonte de sustento. Sem ela, definham. O povo judeu está apenas se defendendo, neutralizando inimigos que jamais aceitaram as generosas ofertas de uma “solução de dois Estados”. Eles não querem a paz, querem apagar Israel do mapa, exatamente como Hitler sonhou – assinalou.

– Fica claro também como o presidente Amir Ohana distingue nitidamente a postura pró-Hamas de Lula daquela do restante da população brasileira, composta por pessoas decentes. Tenho absoluta certeza de que nossas relações voltarão a ser frutíferas e que a América do Sul em breve será guiada pelos valores corretos, liderada por presidentes antiterroristas – completou.

As relações diplomáticas entre os dois países estão estremecidas desde que o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), comparou a atuação de Israel no conflito na Faixa de Gaza com o holocausto promovido por Adolf Hitler, líder da Alemanha nazista, contra os judeus. A declaração, somada a acusações de genocídio feitas pelo petista, fez com que ele se tornasse persona non grata em solo israelense.

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