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Ex-presidente da Bolívia agradeceu Bolsonaro pelo apoio que deu a ela

Paulo Moura - 01/10/2022 18h14 | atualizado em 02/10/2022 15h44

ex-presidente interina da Bolivia Jeanine Áñez
Ex-presidente da Bolívia, Jeanine Áñez Foto: EFE/Martín Alipaz

Em uma carta escrita a próprio punho, a ex-presidente da Bolívia, Jeanine Añez, presa desde março do ano passado, agradeceu o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), e disse pedir que “Deus salve o Brasil da ideologia do ódio que tenta dominar a América Latina”. O texto foi obtido pela produção do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan.

Añez está presa desde 13 de março de 2021. Ela foi condenada a dez anos de prisão sob a acusação de que teria realizado um golpe contra seu antecessor, o esquerdista Evo Morales, quando assumiu o poder do país em 2019. Na época, Moraes era acusado de ter cometido fraude nas eleições bolivianas de outubro daquele ano.

No título do documento obtido pela Jovem Pan, Jeanine escreve: “Sem justiça, não há democracia”. A ex-líder boliviana ainda agradeceu ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro por tê-la apoiado e oferecido asilo político no território do Brasil, algo que, segundo ela, não a deixaram aceitar.

– Agradeço ao presidente Bolsonaro pela solidariedade e pelos conceitos justos que expressou em relação à minha situação como ex-presidente constitucional da Bolívia, inclusive, oferecendo asilo político, que não me deram a possibilidade de aceitar – ressaltou.

Jeanine ressaltou, porém, que está “longe de querer sair da Bolívia, como fizeram os aliados do Foro de São Paulo, autores da maior fraude eleitoral da história, Evo Morales e Álvaro Garcia Linera, renunciando aos cargos em 2019, fugindo de suas obrigações e incitando uma guerra civil”.

A ex-presidente ainda disse ter assumido o comando do país “por sucessão constitucional, pacificando a Bolívia e convocando eleições transparentes em 2020”. Añez concluiu o documento com um pedido para que “Deus salve o Brasil da ideologia do ódio que tenta dominar a América Latina”.

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