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Duas igrejas são incendiadas em protestos esquerdistas no Chile

Atos violentos se repetiram em diversos pontos tanto da capital chilena quanto de outras cidades do país

Paulo Moura - 19/10/2020 08h49 | atualizado em 19/10/2020 14h48

Manifestantes queimaram duas igrejas em Santiago, no Chile, durante protestos que marcaram um ano das revoltas que aconteceram no país no final do ano passado. Durante o domingo (18), além do incêndio nos templos religiosos, uma estação de metrô foi incendiada e um grupo de pelo menos 300 pessoas encapuzadas atacaram a 20° delegacia dos Carabineiros.

A capela dos Carabineiros San Francisco de Borja, que foi continuamente atacada nesses meses, e a paróquia Asunción, foram as duas igrejas incendiadas. Em diferentes regiões da capital foram registrados saques a supermercados e barricadas no começo da noite. No dia anterior, tanto o Governo de Sebastián Piñera como a maioria dos partidos políticos fizeram pedidos para evitar a violência.

A manifestação ocorreu dias antes de um plebiscito acertado por todas as forças políticas para tentar dar uma saída institucional ao conflito. Em outras cidades do país também ocorreram tanto manifestações como incidentes violentos. Durante as manifestações, houve batucadas, representações de coletivos feministas, bandeiras mapuches e do Chile.

Em Coquimbo, 500 quilômetros ao norte de Santiago, um grupo atacou carabineiros com objetos contundentes e incendiaram barricadas, como informou a instituição. Há um ano, os manifestantes violentos queimaram 27 estações de metrô, afetando a mobilidade de dois milhões de pessoas.

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