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Confronto entre Israel e Hamas é intensificado na região de Gaza

Escalada do conflito aumentou nos últimos com foguetes lançados pelo Hamas e resposta de Israel

Paulo Moura - 12/05/2021 08h59 | atualizado em 12/05/2021 09h28

Os embates entre Israel e o grupo palestino Hamas, que controla Gaza, aumentaram na terça-feira (11) com bombardeios aéreos de ambos os lados. Em apenas dois dias de conflito, já são 33 mortos em razão dos confrontos, sendo 30 palestinos e três israelenses.

Ataques aéreos de Israel, realizados na terça, derrubaram um prédio residencial de 13 andares em Gaza, que desabou no que foi classificada como uma resposta israelense às ofensivas do Hamas, que havia lançado foguetes que caíram nos arredores de Tel Aviv, causando a morte de duas mulheres e deixando dezenas de pessoas feridas.

O aeroporto Ben Gurion, em Tel Aviv, teve todas as suas decolagens suspensas temporariamente para “permitir a defesa do espaço aéreo” de Israel, de acordo com jornal israelense “Haaretz”, mas voltou a operar no final do dia. Durante a madrugada, ele foi novamente fechado ao tornar-se alvo de novos ataques.

O Hamas então disparou centenas de foguetes em retaliação pela destruição do prédio, que continha um escritório civil do grupo palestino. Além destes, Israel reportou que 480 foguetes haviam sido disparados além da fronteira por grupos militantes palestinos, o que fez comunidades israelenses correrem para buscar proteção em abrigos antibombardeio.

O conflito entre Israel e as facções de Gaza começou após um confronto entre palestinos e a polícia de Israel na Mesquita de al-Aqsa, em Jerusalém, na segunda-feira (11). O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, advertiu que os militantes pagariam um preço “muito alto” pelos foguetes que alcançaram os arredores de Jerusalém.

– Estamos no auge de uma campanha de peso – disse Netanyahu em comentários televisionados ao lado de seu ministro da Defesa e chefe militar.

A Casa Branca condenou os ataques de morteiros e disse que Israel tinha um direito legítimo de defender-se, mas afirmou que o principal foco dos Estados Unidos era a desaceleração do conflito.

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