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Motorista está preso na Rússia após entrar no país com medicamento ilegal

Henrique Gimenes - 22/11/2020 16h48 | atualizado em 22/11/2020 20h24

Robson Oliveira está preso na Rússia há quase dois anos Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro fechou um acordo com o presidente russo, Vladimir Putin, pela liberação do motorista brasileiro Robson Oliveira. Ele está preso há um ano e oito meses na Rússia por transportar medicamentos proibidos no país.

No mês passado, Bolsonaro enviou uma carta a Putin pedindo a liberação de Robson. O líder russo então teria sinalizado com a soltura do brasileiro, de acordo com informações da Revista Época.

O veículo informou que, no documento, o presidente do Brasil disse a Putin que o motorista teria entrado na Rússia com o medicamento por causa de um total desconhecimento da legislação local.

A carta foi entregue pelo presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, Nelsinho Trad, e pela secretária de Negociações Bilaterais na Ásia, Pacífico e Rússia do Ministério das Relações Exteriores, Márcia Donner Abreu.

Uma nova audiência do caso está marcada para o início de dezembro. À Época, o advogado Olímpio Soares, um dos responsáveis pela defesa do motorista, contou que a ideia é pedir a transferência de Robson para o Brasil após a decisão da Justiça.

– Estamos correndo com o processo para o Robson Oliveira receber a sentença e pedirmos a transferência dele para o Brasil ou receber o perdão russo. Bem verdade que não trabalhamos com a possibilidade de ser absolvido, tendo em vista que o crime realmente aconteceu, as malas foram despachadas por ele no aeroporto – relatou.

Em outubro, Bolsonaro havia dito que iria ajudar na libertação do caso do motorista. Na ocasião ele, disse que a situação era complexa, “mas não impossível de ser” solucionada.

Robson foi preso em 2019 depois que autoridades do país encontraram com ele um remédio, permitido no Brasil, que ele estava levando para o sogro do jogador de futebol Fernando, na época no Spartak Moscou (hoje ele joga na China). Robson, que trabalhava para Fernando, teria levado o medicamento Mytedom 10mg, ou cloridrato de metadona, utilizado para aliviar dores crônicas.

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