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Caças dos EUA interceptam aviões da Rússia no mar Báltico

Otan informou que aeronaves russas não haviam apresentado planos de voo e não estavam se comunicando com o Controle de Tráfego Aéreo

Paulo Moura - 04/02/2022 10h50 | atualizado em 04/02/2022 11h23

Aeronaves da Força Aérea Norueguesa também participaram de ação Foto: Divulgação/Força Aérea Norueguesa

O comando aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) anunciou, nesta sexta-feira (4), que caças dos Estados Unidos, do Reino Unido e da Noruega interceptaram aeronaves da Rússia no mar Báltico e no mar de Barents. O mar Báltico fica entre Suécia, Finlândia, Rússia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia, enquanto o mar de Barents fica ao norte da Rússia e da Noruega.

Segundo a Otan, caças F-15 da Força Aérea americana interceptaram caças russos operando perto do espaço aéreo aliado sobre o mar Báltico, e aeronaves da Luftforsvaret e da RoyalAirForce (as forças aéreas norueguesa e britânica) interceptaram aeronaves russas voando do mar de Barents para o do Norte, na quinta-feira (3).

A Otan afirmou ainda que os caças dos países da organização decolaram da Base Aérea de Amari, na Estônia, para responder e investigar as aeronaves desconhecidas. Na ação, os F-15 dos EUA identificaram quatro caças russos (dois Su-35 e dois MiG-31), “que não haviam apresentado planos de voo e não estavam se comunicando com o Controle de Tráfego Aéreo”.

– Durante a interceptação, foi confirmado que esses caças estavam escoltando uma aeronave de transporte russa TU-154. Em nenhum momento a aeronave russa entrou no espaço aéreo aliado, e todas as interações foram seguras e profissionais – diz o comunicado da Otan.

No mar de Barents, um alerta de reação rápida da Otan foi lançado, e o caça norueguês P-3 Orion identificou aeronaves russas. Segundo a entidade, o policiamento aéreo responde a aeronaves militares e civis que não seguem os regulamentos internacionais de voo e se aproximam do espaço aéreo dos países-membros para “salvaguardar o espaço aéreo da Otan”.

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