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Biden pede proibição de armas de assalto após últimos tiroteios

Solicitação ocorreu nesta terça-feira

Pleno.News - 24/01/2023 15h04 | atualizado em 24/01/2023 15h17

Joe Biden, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO

Nesta terça-feira (24), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, solicitou a proibição da fabricação e venda à população de armas de assalto semiautomáticas. O pedido surgiu após os últimos tiroteios ocorridos no estado da Califórnia.

– Inclusive, esperamos saber mais detalhes sobre esses tiroteios. Sabemos que o flagelo da violência com armas de fogo nos EUA requer ações mais decisivas – disse o democrata.

As declarações constam em um comunicado, no qual Biden lamentou a morte de sete pessoas na localidade de Half Moon Bay, na noite de segunda-feira (23).

Horas depois do primeiro incidente, um tiroteio na cidade de Oakland deixou um morto e sete feridos. A vítima, segundo a imprensa local, é um jovem de 18 anos.

Os dois episódios ocorreram depois que, no fim de semana, dez pessoas morreram em um tiroteio durante um festival para comemorar o Ano Novo Chinês, na localidade californiana de Monterey Park, nos arredores de Los Angeles, na Califórnia. O autor do massacre utilizou uma pistola semiautomática com carregador ampliado, ilegal no estado da Califórnia, onde é proibido a posse de armas de assalto.

Os Estados Unidos proibiram a venda desse tipo de aparato, em 1994. No entanto, a lei foi desenhada para perder a validade em dez anos e, em 2004, não foi renovada.

Na segunda-feira, os senadores democratas apresentaram a proposta de uma lei para readaptar a proibição de armas de assalto e outra para aumentar a idade mínima para a compra de armas de assalto para 21 anos.

– Encorajo ambas as casas do Congresso a agirem rapidamente e a enviarem essa proibição de espingarda de assalto para a minha mesa – disse Biden.

Em 2022, após tiroteios em Uvalde, no Texas, e Buffalo, em Nova Iorque, os congressistas americanos aprovaram um histórico pacote de medidas para limitar o acesso às armas de fogo, embora tenham ficado longe do objetivo progressista de proibir armas de assalto.

Ao mesmo tempo, porém, a Corte Suprema dos EUA manteve o direito dos americanos a portarem armas em público, invalidando uma lei de Nova Iorque que proibia o porte de armas de fogo na rua sem uma autorização especial.

Recentemente, o mesmo tribunal permitiu a manutenção em vigor de uma medida um pouco mais limitada de Nova Iorque, que proíbe o porte de armas em locais como teatros, parques, estádios, centros de saúde e escolas, entre outros.

*EFE

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