Biden pede dicas a atores que já interpretaram presidentes
Episódio ocorreu durante chamada de vídeo
Pleno.News - 07/03/2024 20h25 | atualizado em 08/03/2024 11h48

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu “conselhos” a Morgan Freeman e Michael Douglas, entre outros atores que interpretaram o papel de presidente na ficção, para preparar o discurso sobre o Estado da União que fará ao Congresso nesta quinta-feira (8).
Isso foi revelado em uma videochamada bem-humorada que Biden fez com os artistas enquanto estava ajustando os detalhes do discurso que fará aos congressistas.
Estavam na conversa os atores Morgan Freeman, que interpretou o presidente dos EUA em Impacto Profundo; Michael Douglas, em O Presidente Americano; Bill Pullman, em Independence Day, Geena Davis, em Commander in Chief; e Tony Goldwyn, em Scandal.
– Nunca falei com tantos presidentes ao mesmo tempo. Vocês sabem que tenho um grande discurso sobre o Estado da União para fazer. Algum de vocês tem algum conselho? – disse Biden quando a ligação começou.
Freeman o aconselhou a transmitir “esperança”, porque ela é “a força mais forte, mais útil e mais eficaz que o país tem”.
– Meu conselho é que nos diga como você está trabalhando para nós e nos dê esperança – disse Freeman.
Interpretando seu personagem, Douglas afirmou que, ao exercer o cargo de presidente, aprendeu que “o amor e a compaixão são pontos fortes de um líder, não pontos fracos”.
Já Pullman enfatizou que o mais importante é pedir a “união” do país e brincou dizendo que foi fácil para ele exercer a presidência em Independence Day, porque “uma invasão do espaço une as pessoas”.
Davis lembrou que, quando foi presidente na ficção, havia crises todos os dias, e ela aprendeu que “não há lugar para chorar na política”. Já Goldwyn aconselhou Biden a dizer às pessoas que ele “existe” para elas.
Biden fará o discurso sobre o Estado da União para as duas câmaras do Congresso nesta quinta-feira, às 21h de Washington (23h de Brasília), que deve se concentrar nas guerras em Gaza e na Ucrânia, assim como nas eleições de novembro, nas quais, salvo uma grande surpresa, ele enfrentará novamente o ex-presidente republicano Donald Trump (2017-2021), seu antecessor no cargo e a quem derrotou nas eleições de 2020.
*EFE
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