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Biden e Xi conversam por mais de 2 horas, segundo Casa Branca

Este foi o quinto telefonema entre os dois líderes desde que o democrata assumiu a presidência dos EUA, em janeiro de 2021

Pleno.News - 28/07/2022 16h11 | atualizado em 28/07/2022 16h22

Joe Biden e Xi Jinping
Joe Biden e Xi Jinping Fotos: EFE/EPA/Alex Edelman // EFE/EPA/Zhang Ling/Xinhua

Nesta quinta-feira (28), os presidentes dos Estados Unidos e da China, Joe Biden e Xi Jinping, conversaram por telefone por mais de duas horas, de acordo com a Casa Branca. Este foi o quinto telefonema entre os dois líderes desde que Biden assumiu a presidência, em janeiro de 2021.

No Twitter, Biden publicou uma foto e falou em “esforços para aprofundar as linhas de comunicação”.

– Hoje conversei com o presidente Xi Jinping, da República Popular da China, como parte de nossos esforços para aprofundar as linhas de comunicação, administrar com responsabilidade nossas diferenças e abordar questões de interesse mútuo – escreveu.

A conversa atraiu particular atenção devido às tensões entre as duas potências em relação à guerra na Ucrânia, às tarifas americanas sobre os produtos chineses e, sobretudo, a uma possível viagem da presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, a democrata Nancy Pelosi, a Taiwan.

Pelosi anunciou ter planos de ir a Taiwan em abril, mas teve que cancelar a viagem porque contraiu Covid-19. Agora, de acordo com alguns portais de notícias e emissoras dos EUA, está se preparando para visitar a ilha nas próximas semanas, embora seu escritório ainda não tenha feito um anúncio oficial.

Caso se confirme, seria a primeira visita de um ou uma presidente da câmara baixa do Congresso americano a Taiwan desde 1997, quando o republicano Newt Gingrich o fez.

O governo chinês deixou claro que encara a viagem como uma ameaça, e ontem o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Zhao Lijian, advertiu que o país “responderá com firmeza” e os EUA terão que “assumir todas as consequências” decorrentes da possível visita de Pelosi.

Taiwan é uma das maiores fontes de atrito entre a China e os Estados Unidos, principalmente porque Washington é o principal fornecedor de armas da ilha e seria seu maior aliado militar no caso de um possível conflito armado com Pequim.

Em 1979, após cortar os laços diplomáticos com Taipé e estabelecer laços diplomáticos com Pequim, os Estados Unidos adotaram a Lei de Relações de Taiwan, na qual se comprometiam com a defesa da ilha e o fornecimento de equipamento militar.

*EFE

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